Categoria: Começando no ecommerce

  • Sacolinha do Instagram: como funciona e como configurar

    Sacolinha do Instagram: como funciona e como configurar

    O Instagram é a maior rede social do Brasil – são 113 milhões de usuários ativos. Esse número representa 63,6% da população acima de 13 anos – idade mínima para entrar na rede.

    A rede social de fotos (e vídeos!) tem se tornado cada vez mais relevante para o varejo, inclusive no ecommerce. Para potencializar esses resultados, o Insta tem a função de sacolinha. Com ela, você pode marcar os produtos disponíveis no seu e-commerce redirecionar os usuários direto para eles. Ainda é possível salvá-los, criando uma lista de desejos.

    O Instagram vem testando em outros países a opção de comprar direto pela rede, mas essa função ainda não está disponível no Brasil.

    Ativando a sacolinha você já ativa a aba de compras no Facebook e ainda pode cadastrar seus produtos no WhatsApp.

    Tudo o que você precisa saber sobre a sacolinha do Instagram abaixo!

    O que é a sacolinha do Instagram – Instagram Shoping

    A sacolinha do Instagram (ou Instagram Shopping) é a loja da sua empresa no Instagram. Com ela, você poderá marcar seus produtos em seus posts, tanto no feed quanto nos stories, e redirecionar o cliente para seu site ou então para o direct.

    O Instagram está testando uma funcionalidade de checkout dentro da própria plataforma, sem a necessidade do cliente sair do Instagram para finalizar sua compra. No Brasil, essa funcionalidade ainda não está disponível.

    Checkout no Instagram

    Por enquanto, o usuário é redirecionado para sua loja online ou então para um chat no Facebook, Instagram ou WhatsApp.

    Por que ativar a sacolinha?

    Como disse, o Instagram é a principal rede social no momento e uma das principais geradoras de tráfego para ecommerces, principalmente no segmento de moda e acessórios.

    Ao marcar os produtos nas publicações, você facilita que o cliente encontre o produto e já seja redirecionado para sua loja. Além disso, reduz as dúvidas sobre preços – já que basta que a pessoa toque na publicação para ver as informações.

    Requisitos para configurar sua sacolinha do Instagram

    Antes de começarmos, é importante se atentar para os requisitos exigidos pelo Facebook para criar sua loja.

    • Cumprir as políticas do Facebook;
    • Ter um perfil comercial no Instagram – veja mais abaixo como fazer isso;
    • Vincular seu perfil do Instagram à página do Facebook – veja mais abaixo o tutorial;
    • Ter um site;
    • Vender produtos físicos.

    Como transformar um perfil pessoal em comercial no Instagram

    Acesse as configurações do Instagram (pode ser no aplicativo ou no desktop). Rolando a página vai aparecer a informação “Mudar para conta profissional”.

    Na próxima tela, escolha “Comercial”.

    Avance e depois você vai escolher qual é categoria que se encaixa seu perfil. Sugiro utilizar “Compras e varejo”. Está pronto!

    Como vincular o perfil do Instagram a uma página do Facebook

    Abra sua página no Facebook e clique em “Configurações”.

    Ao abrir a tela, clique em “Contas vinculadas”.

    Depois clique em “Instagram” e “Conectar conta”. É só dar as permissões necessárias e está pronto.

    Como ser aprovado na sacolinha do Instagram?

    Embora a aprovação dependa exclusivamente do Facebook, existem algumas questões que aumentam suas chances. São elas:

    • ter uma página no Facebook;
    • ter um perfil pessoal vinculado à página do Facebook, com no mínimo 100 amigos;
    • ter uma conta comercial no Instagram com pelo menos 200 seguidores e 8 publicações.

    Mesmo cumprindo esses requisitos o Facebook pode reprovar o recurso, especialmente se entender que sua empresa não é confiável. Se isso acontecer, espere algumas semanas e tente novamente.

    Como saber se a sacolinha do Instagram foi aprovada?

    Para saber se o Facebook aprovou o recurso de sacolinha, você deve abrir seu gerenciador de negócios e depois clicar em gerenciador de comércio.

    Ao abrir o gerenciador de comércio, você deve escolher o catálogo que deseja verificar:

    Depois, você vai escolher Lojas do lado direito e aparecerá uma bolinha verde, se for aprovado, ou vermelha, se reprovado. Se reprovado, você poderá solicitar uma nova análise.

    O que fazer se minha loja for reprovada?

    Primeiro você pode tentar fazer uma contestação na própria conta. Muitas vezes, o catálogo é reprovado sem um motivo aparente. É importante que seu site esteja totalmente funcional, com preços, descrições, fotos e o carrinho funcionando. Não tente enviar a loja para aprovação sem antes finalizar seu site.

    Um dos motivos que podem levar a reprovação é que sua conta no Instagram tem poucos seguidores ou é muito nova. Dessa forma, é necessário esperar algumas semanas para tentar novamente.

    Infelizmente o Facebook não tem um canal direto de suporte para a maior parte das contas. No entanto, você pode acessar esse link e tentar falar com um representante.

    + Precisa de ajuda? Conheça minha consultoria personalizada para ecommerces

    Como colocar a sacolinha do Instagram: passo a passo completo

    Vamos aprender passo a passo a configurar sua loja. São diversos passos mas, uma vez configurado, você não precisa mais se preocupar!

    https://www.youtube.com/watch?v=mgcnO8lZxio

    1. Crie uma conta Business

    Caso você não tenha, é necessário ter uma conta no Business Manager (Gerenciador de negócios do Facebook). Você pode usar seu login no próprio Facebook.

    Após criar ou fazer login na sua conta, clique nas Configurações de negócio, do lado esquerdo da tela.

    Na aba “Contas”, clique em “Páginas” e depois “Adicionar uma página”. Você deve adicionar a página do seu negócio.

    Faça o mesmo na aba “Contas de anúncios” (se não tiver uma conta, crie uma) e na aba “Instagram”.

    Depois vá até a aba “Fontes de dados” e clique em “Catálogos”. Aqui você vai criar seu catálogo de produtos.

    2. Crie um catálogo de produtos

    O primeiro passo é ter um catálogo de produtos. Você pode cadastrar seus produtos manualmente ou então usar um arquivo XML, que é atualizado automaticamente (esse arquivo será fornecido pela sua plataforma de e-commerce).

    Depois de criado, clique no botão “Abrir no Gerenciador catálogos”, do lado superior direito da página. Abrirá uma nova aba, como no print abaixo:

    Clique gerenciar nas fontes de dados e abrirá uma nova tela:

    Caso você queira cadastrar produto por produto, escolha a primeira opção. A melhor opção é usar o carregamento em massa, em que você poderá usar uma planilha do Google ou um arquivo XML.

    Siga o passo a passo das configurações e seu catálogo estará pronto! Após o carregamento, você poderá ver se existem erros nos seus produtos do lado direito da página onde está “Problemas”.

    Mais abaixo eu detalho a configuração nas principais plataformas de e-commerce do mercado brasileiro.

    3. Como criar sua loja no Instagram

    Agora sim você criará sua loja! Clique em “Lojas” e depois “Ir para lojas”:

    Nas telas seguintes, você deverá escolher entre a finalização de compra no seu próprio site ou por mensagem, escolher seu conta comercial (Business) e seu catálogo. Caso você ainda não tenha criado, poderá criar nesse momento.

    Sua loja está pronta!

    + Carrinho abandonado: o que é e como reverter no e-commerce

    Como editar o estilo da sua loja no Instagram

    Agora que sua loja está pronta é hora de dar o toque da sua marca. É possível trocar cores, fontes e o estilo dos botões. Para isso, clique em “Lojas” e depois “Editar”:

    Na tela abaixo você é possível editar o estilo da loja:

    Ainda é possível mudar o layout da loja, acrescentando produtos em destaque ou coleções específicas.

    + Google Shopping: aprenda a configurar [tutorial completo]

    Como criar coleções no Instagram Shopping

    Com as coleções, é possível criar grupos de produtos (por exemplo, produtos de uma mesma coleção ou então produtos em promoção). Como o Instagram não exibe todos os produtos cadastrados na aba Shopping, as coleções podem te ajudar a exibir aqueles produtos que são mais interessantes para seu negócio no momento.

    Para criar um conjunto, vá até o gerenciador de comércio e clique em “Catálogo” e depois “Conjuntos”. Abrirá a seguinte tela:

    Você pode escolher entre duas opções:

    • Usar filtros: com essa opção, seu conjunto é atualizado automaticamente de acordo com as regras que você definir.
    • Selecionar os itens manualmente: aqui, você vai selecionar manualmente e se quiser incluir ou excluir produtos, deverá fazê-lo manualmente.

    Como colocar o preço do produto no Instagram?

    Para mostrar o preço do produto no seu post, você deverá marcá-lo. Você pode marcar produtos no feed e nos Stories.

    Para marcar nos posts do feed:

    Quando for publicar, vai aparecer a opção “Marcar”. Aí é só escolher o produto.

    Já nos Stories, existe uma figurinha para Compras, como na foto abaixo. Aí é só escolher o produto.

    + Meu e-commerce não vende! E agora? Confira estratégias

    Configurando a sacolinha na sua plataforma de e-commerce

    Algumas plataformas de e-commerce facilitam o processo de integração com o Gerenciador de comércio, exigindo apenas alguns cliques para configurar tudo. Abaixo, detalho nas três principais:

    Sacolinha do Instagram na Nuvemshop

    Acesse seu admin da Nuvemshop e no menu lateral clique em “Canais de venda” e depois “Facebook Shop”. Depois, clique em “Gerar catálogo”

    Na próxima etapa, você vai conectar com sua conta do Facebook e seguir o passo a passo mostrado na tela. E está pronto!

    Sacolinha do Instagram na Tray

    Na Tray, pelo menu lateral, acesse: Marketing > Facebook e Instagram. Vai abrir a seguinte tela:

    instagram-shopping-tray

    Clique em começar. Na janela seguinte, você deverá dar as permissões necessárias para a criação do catálogo. Após a conexão, é necessário entrar na sua conta do Facebook e fazer a verificação da mesma.

    Sacolinha do Instagram na Loja Integrada

    O primeiro passo é instalar o app Facebook Anúncios Dinâmicos, acessando por: Soluções > Aplicativos.

    Ao clicar em instalar, vai aparecer a seguinte tela:

    Você vai escolher quais produtos deseja exibir na sua lojinha do Insta. Sugiro colocar todos os produtos da loja, inclusive as variações, marcando a opção “Listar também as variações dos produtos e não apenas o produto principal”.

    Salve as alterações e depois clique “Gerar URL”. Depois, você vai para o Gerenciador de comércio do Facebook e colar essa URL ao criar seu catálogo (veja o passo 2).

    Sacolinha do Instagram na Shopify

    O primeiro passo para adicionar seus produtos da Shopify para seu Instagram é instalar esse app.

    Depois, é só clicar em “Iniciar configuração”. Aí você vai conectar sua conta do Facebook com a Shopify e selecionar seu perfil do Instagram que deverá ser conectado.

    Por último, você deve escolher seu Pixel. Se você ainda não criou um, acesse tutorial.

    Aí você vai enviar para análise e aguardar a aprovação do Facebook.

    FAQ – Perguntas frequentes sobre a sacolinha do Instagram

    Quanto tempo demora para o Instagram aprovar a sacolinha?

    Pode levar até 4 semanas para que o Facebook aprove sua loja. Porém, esse prazo costuma ser de alguns dias. Fique de olho no gerenciador de negócios.

    É preciso ter um site para colocar a sacolinha do Instagram?

    Sim, você deve ter um e-commerce para poder vincular a sua conta no Gerenciador de comércio.

    Quantos produtos posso marcar por postagem?

    O Instagram tem um limite de produtos que podem ser marcados em cada post, de acordo com o tipo de post.
    – Foto ou vídeo único (feed ou stories): até 5 produtos;
    – Carrossel: até 20 produtos;
    – Reels: até 30 produtos.
  • Google Merchant Center: como configurar [tutorial completo]

    Google Merchant Center: como configurar [tutorial completo]

    Principais pontos do artigo:

    • O que é o Google Merchant e como ele pode ajudar sua loja a vender mais sem investir em tráfego;
    • Como criar uma conta no Google Merchant;
    • Como configurar o Google Merchant em sua plataforma de ecommerce.

    Desde o ano passado, o Google Shopping passou a ser gratuito no mundo todo. Se antes era necessário pagar para aparecer, através de campanhas do Google Ads, agora é possível que seus produtos apareçam sem gastar nada.

    Os resultados pagos continuam existindo, mas os resultados orgânicos abriram caminhos para pequenos negócios que desejam utilizar dessa poderosa ferramenta para vender mais.

    O que é o Google Shopping

    O Google Shopping é uma espécie de comparador de preços que aparece na busca do Google. Dependendo da palavra-chave buscada o resultado já aparece no topo da página – veja o exemplo:

    Os resultados do Shopping aparecem com grande destaque na página e é possível navegar pelo carrossel antes de abrir a página dedicada, com mais resultados – o mesmo acontece no mobile. Em alguns casos, os resultados aparecem do lado direito no desktop.

    Esses resultados do topo são os resultados pagos, através de campanhas do Google Ads. Existe um tipo de campanha específica para Shopping e você pode escolher quais produtos deseja exibir. Ou seja, você tem maior controle do que quer anunciar.

    A página de resultados do Shopping permite filtrar os resultados e também exibe os resultados não patrocinados, logo abaixo do carrossel.

    Para aparecer nos resultados orgânicos e otimizar suas campanhas pagas, é importante investir em SEO. Quanto mais otimizados seus produtos, menor o custo de suas campanhas e maiores as chances de aparecer.

    + E-commerce de moda: passo a passo para começar

    O que é o Google Merchant Center

    O Google Merchant Center é a ferramenta do Google para gerenciar seus produtos. É através dela que você cadastrará os produtos disponíveis na sua loja e que, posteriormente, serão exibidos na busca do Google.

    O jeito mais comum de cadastrar seus produtos é fazendo a integração com sua plataforma de e-commerce – mais abaixo eu explico como.

    Benefícios do Google Merchant Center

    1. Aumenta a chance de exposição de sua loja: ao cadastrar seus produtos, você aumenta e muito suas chances de expor sua loja para milhões de consumidores.
    2. É de graça: você não precisa pagar nada para se cadastrar e começar a aparecer.
    3. Encontra clientes no momento da compra: o Google Shopping é justamente focado em pessoas que estão procurando por determinados produtos, ou seja, são clientes com alta probabilidade de conversão.
    4. Mostre seu estoque local: tem loja(s) física(s)? Você pode conectá-la e mostrar os produtos disponíveis nessa loja.
    5. Descubra sua competividade: através da ferramenta de análise do Merchant Center, você pode descobrir a competitividade do seu inventário, incluindo preço e demanda no mercado.
    6. Mostra seus produtos para quem já visitou sua loja: você poderá criar um remarketing dinâmico exibindo seus produtos para quem já visitou sua loja na Rede de Dispaly do Google;
    7. Exibir as avaliações da sua loja na pesquisa do Google.

    Requisitos para se cadastrar no Google Merchant Center

    Para cadastrar sua loja no Google Shopping é necessário cumprir alguns requisitos:

    • Ter uma conta Google;
    • Ter uma conta no Google Merchant;
    • É preciso vender produtos físicos;
    • É preciso ter um site para a finalização da compra (não serve WhatsApp ou Instagram).

    + Plataformas de e-commerce: confira análises e comparativos completos

    Atributos obrigatórios

    Alguns atributos são obrigatórios no cadastro do produto para que o Google aprove, são eles:

    • ID (código);
    • Título (title): nome do produto;
    • Descrição (description): descrição do produto;
    • Link: link do produto;
    • Imagem (image_link): link da imagem do produto;
    • Disponibilidade (availability):
    • Preço (price): preço do produto;
    • Marca (brand): marca do produto;
    • GTIN: é o código de barras informado pelo fabricante. Alternativamente, é possível usar o campo MPN.

    Os atributos abaixo são obrigatórios para produtos roupas, acessórios e calçados – sem eles, seus produtos não serão exibidos:

    • Gênero (gender): é possível usar os seguintes valores: unissex, masculino ou feminino.
    • Faixa etária (age_group): recém-nascido, 3 a 12 meses, 1 a 5 anos, infantil ou para_adultos.
    • Para os dois atributos acima, é necessário seguir exatamente a nomenclatura exigida pelo Google.
    • Cor (color): são aceitos valores escritos por extenso, como preto ou vermelho. Caso tenha mais de uma cor, você pode separá-las com uma barra, assim: Preto/Vermelho.
    • Tamanho (size): é necessário que o tamanho se encaixe nos padrões do Google. Encontre aqui.
    • Categoria (google_product_category): não é um atributo obrigatório mas é altamente recomendado, a fim de otimizar seus resultados, principalmente se você for anunciar no Google Ads.

    Nessa página você encontra todos os atributos disponíveis e as especificações para cada um. Recomendo que essa lista de atributos obrigatórios seja analisada no momento do cadastro dos produtos, para evitar retrabalho.

    Aliás, quanto mais atributos você fornecer, melhor.

    + Sacolinha do Instagram: como configurar

    Como acessar o Google Merchant Center

    Para acessar o Merchant Center, é necessário ter uma conta do Google (pode ser utilizado um Gmail ou então qualquer outro email). Se você não tem uma conta Google, clique aqui e crie uma.

    Como criar uma conta no Google Merchant Center

    Para criar uma conta no Merchant Center, você deve ter uma conta do Google. Não é necessário ter um Gmail. Você pode criar uma conta do Google com qualquer email.

    Clique aqui para criar sua conta do Google.

    Com essa conta você poderá utilizar todos os serviços do Google, como Ads e Analytics. O ideal é que você use a mesma conta para tudo: Ads, Analytics, Merchant etc.

    No próximo tópico, darei mais detalhes sobre a criação do Merchant Center.

    Como adicionar produtos no Google Merchant Center

    Agora que sabemos da importância do Google Shopping para o e-commerce e as diretrizes, é hora de aprender a configurar. São algumas etapas e essas configurações servem tanto para os resultados orgânicos quanto para anunciar no Google Ads.

    Você deve criar uma conta na Merchant Center. Essa conta ficará vinculada à sua conta do Google. Recomendo usar a mesma conta do Google Ads e Google Analytics, já que depois faremos a vinculação entre elas.

    Passo 1: começando

    Ao abrir o Merchant Center, você verá a seguinte tela:

    Você deverá marcar que vende online e colocar a URL do seu site – ter um site é obrigatório.

    Passo 2: preencha o país

    Preencha o nome da sua empresa (você poderá alterar depois). Aqui, pode ser o nome fantasia. Escolha o(s) país(es) em que irá vender.

    Passo 3: preencha as informações da loja

    Você verá a tela inicial do Merchant Center e deverá seguir o passo a passo mostrado na tela. Lembrando que é imprescindível preencher tudo:

    O primeiro passo é preencher seu endereço comercial. Esse mesmo endereço deve constar no rodapé do site e, se possível, ser o mesmo endereço cadastrado em seu CNPJ.

    Também é necessário preencher o telefone da empresa, que deverá ser confirmado. A mesma dica acima: esse telefone deve constar no rodapé do site em todas as páginas.

    Passo 4: confirmando seu website

    É necessário confirmar que você possui acesso a esse site. Para isso, você pode fazer a verificação colocando uma tag em todas as páginas do site ou vinculando com o Google Analytics.

    É importante que seu site tenha uma página com a política de trocas e devoluções, além do CNPJ, razão social, endereço e telefone no rodapé de todas as páginas.

    Passo 5: enviando seus produtos

    A última etapa é incluir seus produtos. A forma escolhida vai depender da sua plataforma de ecommerce.

    A opção mais comum – e mais recomendada – é a primeira: adicionar produtos do seu arquivo.

    Após a inclusão, você deverá aguardar o prazo para que o Google revise seus produtos, o que pode levar até uma semana.

    Passo 5

    Após a revisão do Google, entre novamente na sua conta e clique em Produtos > Requer atenção. Aqui, você verá quais produtos foram aprovados, quais foram reprovados (sinal vermelho) e também verá um sinal amarelo, que indica quais produtos foram aprovados mas que contém algum erro no seu cadastro.

    Se tudo estiver certo, seus produtos já estarão aptos a aparecerem na listagem gratuita do Google Shopping.

    + Precisa de ajuda? Conheça minha consultoria em e-commerce

    Como anunciar seus produtos no Google Ads / Google Shopping

    Agora que configuramos o Merchant Center, vamos aprender a vincular sua conta com o Google Ads para anunciar.

    Na barra lateral clique em Campanhas publicitárias. Você deverá linkar com sua conta do Google Ads. Se você não tiver uma conta, poderá criá-la.

    O próximo passo é criar a campanha. Você pode criar diretamente no Merchant Center ou ir para o Google Ads, onde você terá opções mais avançadas.

    Para configurar no Google Ads, siga o passo a passo abaixo:

    Na tela principal do Google Ads clique no botão “mais”, nova campanha e na tela seguinte você deve escolher “Vendas”. No tipo de campanha, escolha “Shopping”.

    Depois disso, você terá duas opções: Campanha Performance Max e Campanha padrão do Shopping. Para quem está iniciando, eu recomendo a opção padrão do Shopping. Dessa forma, você poderá validar sua estratégia antes de anunciar em mais locais.

    Como anunciar no Google Shopping de graça?

    Ao cadastrar seus produtos no Merchant Center e após a aprovação do Google, seus produtos já aparecerão gratuitamente no Google Shopping.

    No entanto, com uma campanha paga suas chances de aparecer são maiores e você também aparece em destaque na página.

    Crie uma promoção para exibir em seus produtos

    Recentemente, o Google liberou uma função gratuita que permite exibir uma promoção da sua loja diretamente no Google Shopping – um cupom de desconto, por exemplo.

    Veja mais no vídeo abaixo:

    Para criar uma promoção, primeiro é necessário ativar o recurso. Na roda dentada, clique em Complementos. Na aba Descobrir, ative Promoções.

    Depois, volte para a página inicial, clique em Promoções e Criar uma promoção por vez.

    Passo a passo para criar sua promoção:

    1. Escolha o país e o idioma;
    2. Depois, escolha onde sua promoção deverá aparecer (resultados orgânicos ou pagos);
    3. Em seguida, escolha a categoria de promoção. O Google permite criar as seguintes: valor do desconto (R$), porcentagem de desconto, brinde ou frete grátis. Cada um dessas categorias mostra os tipos de promoções;
    4. Preencha os detalhes da promoção, como o título, que será mostrado aos clientes, e o ID, que não será mostrado (apenas para controle interno);
    5. Em seguida, você deve escolher em quais produtos sua promoção aparecerá. Você pode criar um filtro ou então exibir em todos os produtos;
    6. Depois, você pode escolher um código que será exibido aos clientes para ser aplicado em sua loja;
    7. Por último, escolha o período de exibição da promoção. O Google leva de 1 a 3 dias para analisar a promoção e disponibilizá-la.

    Confira o tutorial completo do Google sobre as promoções.

  • E-commerce de moda do zero: o guia completo

    E-commerce de moda do zero: o guia completo

    Se antigamente era inimaginável que as pessoas comprassem roupa online, hoje isso já uma realidade para muitas pessoas, principalmente por conta da pandemia. Segundo estudo da Conversion, o e-commerce de moda cresceu 95% em 2020.

    Muitas empresas que só vendiam fisicamente, entraram no digital, seja vendendo por redes sociais, WhatsApp ou mesmo no ecommerce. Novas ferramentas, como provadores virtuais, e a possibilidade de comprar no site e devolver ou trocar em uma loja física, facilitam a venda online.

    Se você já tem uma loja de roupas e deseja entrar no e-commerce ou mesmo já possui sua loja online e deseja otimizar sua presença, vem comigo que eu vou te mostrar tudo o que você precisa saber, inclusove as últimas tendências e ações que você pode implementar na sua loja.

    O que é um e-commerce de moda?

    Um e-commerce de moda é aquele que vende roupa, calçados e acessórios de maneira virtual. Em geral, essas lojas fazem envios para todo o Brasil e possibilitam a compra totalmente online, sem a necessidade de um vendedor.

    Exemplos de ecommerces de moda: Dafiti, Amaro, Lojas Renner, C&A, Zattini, entre outros.

    Panorama do e-commerce de moda no Brasil

    Moda está entre as 10 principais categorias em vendas no e-commerce, segundo o relatório Webshoppers. Apesar das dificuldades em comprar roupa online, os consumidores consomem principalmente pela praticidade e por conta das promoções.

    Um estudo da Opinion Box, que entrevistou mais de 2 mil consumidores online, aponta que 73% das pessoas compram online pois os preços são mais baixos que nas lojas físicas. Outros 63% dizem que é pela facilidade de comparar preços. E 51% dizem que é por ter acesso a produtos que não encontra em sua região.

    A mesma pesquisa identificou o que leva um cliente a escolher uma loja online, com frete grátis liderando, seguido por promoção, prazo de entrega e cupom de desconto. Ou seja, esses são diferenciais importantes que sua loja deve oferecer para fisgar o cliente.

    motivos-escolha-loja-online

    Ainda na mesma pesquisa, 60% das pessoas disseram que compraram moda nos últimos 6 meses, seguido de 47% que compraram calçados.

    De acordo com a pesquisa NuvemCommerce 2023, moda e vestuário representam 38% das vendas na plataforma (que atende cerca de 100 mil lojistas). Já o ticket médio ficou em R$ 255, enquanto que joias apresentou um ticket de R$ 226.

    A taxa de conversão do segmento, segundo a Nuvemshop, é de 0,8% para ecommerces iniciantes e 1,3% para ecommerces maduros. A taxa geral, levando em consideração todos os segmentos, foi de 0,9% para iniciantes e 1,4% para maduros.

    Outra pesquisa, do Grupo Locaweb e Melhor Envio, realizada em 2020, mostrou que 1,8 milhão de itens foram comercializados, representando cerca de 19% do total de envios do Melhor Envio. Esse volume é o dobro do segundo colocado, joias e relógios. Impressionante, não?

    Qual é o maior maior e-commerce de moda do Brasil?

    Segundo relatório da Conversion, de fevereiro de 2023, os maiores ecommerces de moda do Brasil, considerando o volume de tráfego – incluindo os acessos via aplicativos – são:

    1. Lojas Renner, que detém 14,6% do tráfego
    2. Dafiti, com 9,9%
    3. Enjoei, com 8,9%
    4. Zattini, com 5,3%
    5. C&A, com 4,8%
    6. Riachuelo, com 4,8%
    7. Farm, com 3,5%
    8. Marisa, com 2,9%
    9. Posthaus, com 2,5%
    10. Amaro, com 2,3%

    + Como aumentar a taxa de conversão no e-commerce? 13 estratégias que funcionam

    Como montar um e-commerce de moda?

    Agora que já vimos o panorama do e-commerce de moda, vamos para a parte prática. Como montar sua loja online? Se você está iniciando sua jornada digital ou já vende online, o guia abaixo pode ser útil para você. Ao final, coloquei um checklist com as principais ações que você deve fazer.

    Definindo seu público-alvo e nicho de atuação

    A concorrência é pesada, não vou mentir. Mas você pode se destacar de outras tantas lojas apostando em um nicho de mercado. Não basta mais você definir seu público-alvo em termos demográficos, como homens de 25-35 anos. É preciso ir além.

    O que seu público gosta? O que ele compra? Que tipos de conteúdos ele consome na internet? Quais os seus desejos? Se você já tem clientes, faça uma pesquisa entre eles para descobrir porque eles compram na sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar na sua comunicação.

    Existem diferentes nichos que você pode explorar para vender moda na internet:

    • moda feminina;
    • moda masculina;
    • moda infantil;
    • moda para gestantes;
    • moda para esportistas;
    • moda para veganos;
    • moda gospel;
    • moda plus size.

    Dentro desses nichos você pode segmentar ainda mais. Por exemplo, focar em moda para mulheres executivas ou então em homens esportistas. Existem muitas possibilidades. Só tome o cuidado de não segmentar demais e seu público ficar muito pequeno.

    Escolha sua plataforma de e-commerce

    A escolha da plataforma é crucial para o sucesso da sua loja online. Isso porque a migração de plataforma não é tão simples e você precisa, basicamente, criar uma nova loja do zero.

    Escolha uma plataforma que vá te atender por pelo menos 3 anos. Vale a pena investir um pouco mais e garantir a sustentabilidade do projeto. Inclusive, fiz um comparativo completo entre as principais plataformas de e-commerce no Brasil.

    Existem muitas opções no mercado, cada uma com seus pontos fortes e fracos. Dificilmente uma plataforma será boa em todos os quesitos, por isso, é importante avaliar o que é mais importante para o seu negócio.

    Elenquei abaixo algumas funcionalidades essenciais que você deve ficar de olho:

    • Integração com ERPs: veja se o seu já está integrado;
    • Integração com o meio de pagamento escolhido: em alguns casos a loja já possui contrato com algum intermediador de pagamento e deseja continuar usando-o;
    • Integração com transportadoras: caso você vá usar uma transportadora específica, verifique se é possível integrá-la com sua plataforma;
    • Personalização de layout: até que ponto é possível personalizar e quais os custos envolvidos? Muitas plataformas ou agências colocam apenas o custo de um template padrão na implementação, sem considerar modificações que o lojista deseja;
    • Integrações com outras ferramentas: se existe alguma outra ferramenta que seu negócio usa, verifique se é possível integrá-lo com a plataforma escolhida;
    • Marketplaces: sua loja também vai vender em marketplaces? Como será feita a integração? Existem outros custos envolvidos?
    • Promoções: esse é um grande ponto de atenção. Que tipo de promoção sua loja costuma fazer? Alguns exemplos: desconto progressivo, kits de produtos, compre x, pague y, brindes, entre outros. Se sua loja sempre faz promoção de desconto progressivo, é importante que sua plataforma ofereça essa funcionalidade.
    • Compre o look: algumas plataformas permitem criar kits de produtos para que o cliente tudo de uma vez. Isso aumentar o ticket médio da sua loja.

    A burnell tem parceria com a Nuvemshop, que oferece um plano totalmente grátis para quem está iniciando no e-commerce, ou então 25% OFF nos planos pagos no primeiro mês.

    Estes são alguns dos pontos a ser observados. Precisa de ajuda? Conheça meu serviço de implantação de e-commerce.

    Defina sua política comercial

    A política comercial da sua loja é crucial para se diferenciar da concorrência e vender. Já não basta ter bons produtos e uma boa plataforma. É importante oferecer vantagens em cada compra, principalmente se sua loja é nova. Ao mesmo tempo, você precisa ficar de olho na margem pra não queimar dinheiro.

    Frete

    Oferecer frete atrativo pode ser a diferença entre a conclusão da compra ou o abandono do carrinho. Pesquisas apontam que o frete alto é o maior obstáculo para a compra online. Estratégias de frete grátis são a melhor maneira de incentivar o cliente a comprar de você. Ao calcular seu preço de venda, incorpore o custo de frete.

    Você não precisa dar frete grátis em todas as compras. Incentive seu cliente a gastar mais para ganhar esse benefício. Mas atenção: se o valor mínimo de compra for muito alto, são grandes a chances do seu cliente sair sem comprar.

    Você também pode oferecer um valor fixo de frete, dividindo com o cliente o custo do frete. Imagine que você pague R$ 20 por cada envio, em média. Cobrando metade disso do seu cliente você minimiza o impacto na sua margem.

    Você também pode fazer campanhas de frete grátis em determinados períodos a fim de conquistar novos clientes.

    Além do custo de envio, existe também o prazo de entrega. Por isso, é importante ter mais de uma forma de envio. Indico o uso de uma hub de frete, como o Melhor Envio. Você consegue cadastrar e cotar diferentes transportadoras, inclusive os Correios, em poucos cliques.

    Troca e devolução

    A política de troca e devolução em lojas de roupas são de extrema importância. Por lei, sua loja é obrigada a aceitar a devolução do pedido em até 7 dias corridos após o recebimento do mesmo, seja qual for o motivo. Além disso, sua loja também deve arcar com o custo da logística reversa nesse caso. Se possível, estenda o prazo para a devolução em até 30 dias. Assim, seu consumidor ficará mais tranquilo ao comprar.

    Já no caso de troca, sua loja não é obrigada a arcar com os custos e também não existe um prazo legal para isso. Porém, a prática na maioria das lojas é de 30 dias corridos. Além disso, arcar com o custo da 1ª troca é costumeiro.

    Todo o custo de logística, seja para entrega, troca ou devolução, deve estar embutido no seu preço. Em geral, esse custo gira em torno de 10% do faturamento.

    Formas de pagamento

    Você já deve saber que aceitar cartão de crédito, boleto e PIX é fundamental para garantir a satisfação do seu cliente. Porém, no caso do cartão de crédito, existe ainda a questão do parcelamento. Em geral, oferecer entre 3 e 6 parcelas é uma boa prática. Para calcular o valor mínimo de parcela, estude seus concorrentes e também leve em consideração o seu ticket médio. E não se esqueça de calcular o percentual cobrado pelo intermediador de pagamento.

    Cadastro de produtos

    Agora que você já escolheu sua plataforma, é hora de cadastrar os produtos, tarefa que demanda planejamento e dedicação. Infelizmente, a maioria dos meus clientes erra nessa etapa e precisa refazer muita coisa.

    Categorização: uma boa categorização é essencial para que seu cliente encontre o que procura rapidamente. Veja como grandes lojas fazem a organização e copie, adaptando para sua realidade. Evite ter categorias com um ou dois produtos. Da mesma forma, evite ter poucas categorias, dificultando a localização dos produtos.

    Filtros de produtos: se sua loja possui muitos produtos, é fundamental oferecer alguns filtros para facilitar a escolha. Lembre-se que na loja online não existe vendedor. Alguns filtros importantes: tamanho, cor, estação, material, tipo da peça (exemplo: calça jeans skinny, boyfriend, flare etc.), marca, preço, entre outros. Tudo isso deve ser levado em consideração na hora do cadastro.

    Atributos obrigatórios do Google Shopping: a maioria dos lojistas de moda não sabe disso, mas existem alguns atributos que são obrigatórios para lojas de vestuário no Google Shopping. São eles:

    • Gênero (gender): é possível usar os seguintes valores: unissex, masculino ou feminino;
    • Faixa etária (age_group): recém-nascido, 3 a 12 meses, 1 a 5 anos, infantil ou adulto;
    • Cor (color): são aceitos valores escritos por extenso, como preto ou vermelho;
    • Tamanho (size): é necessário que o tamanho se encaixe nos padrões do Google. Encontre aqui.
    • Categoria (google_product_category): não é um atributo obrigatório mas é altamente recomendado, a fim de otimizar seus resultados, principalmente se você for anunciar no Google Ads. Encontre aqui.

    Descrição dos produtos: quanto mais descritivo, melhor. Fale sobre a coleção, sobre os diferenciais da peça, sobre o material, com o que ela pode ser combinada… Faça seu cliente querer comprar. Lembre-se, novamente, que você não tem o vendedor para convencê-lo.

    Dicas de SEO para e-commerce de moda

    Já fiz um post com técnicas de SEO para e-commerce. Vou resumir aqui os principais pontos que você deve ficar de olho:

    Title: a title é o que aparece no resultado de busca do Google (veja o print abaixo). Tem grande relevância no posicionamento. Use sempre a palavra-chave na title.

    Description: a description é o texto abaixo do nome da página e que incentiva o usuário a clicar no seu resultado. Não é necessariamente um fator de rankeamento mas contribui para aumentar a taxa de clique.

    URL: outro fator primordial para o rankeamento. Novamente, use a palavra-chave.

    Imagem: as imagens não são só importantes para incentivar seu cliente a comprar mas também ajudam a posicionar melhor sua página. Use a palavra-chave no nome do arquivo e também no atributo alt.

    Resultado da pesquisa pelo termo “tenis masculino”

    Como criar boas fotos para e-commerce de moda

    A qualidade das fotos é fator crucial em qualquer e-commerce e isso se torna ainda mais importante quando falamos de moda. O cliente precisa se ver naquela peça. Vejo muitas lojas com fotos sem qualidade. Confira algumas dicas:

    • Use fundo infinito: o fundo branco dá mais destaque à peça e evita “competição” com o produto;
    • Fotografe em todas as posições: mostre a peça por todos os ângulo;
    • Padronização: padronize os ângulos e tamanhos das fotos (em geral, aconselho o tamanho de 1000x1000px, mas pode variar de acordo com seu template);
    • Evite usar muitos acessórios: o destaque da foto deve ser a peça em questão. Claro que você pode e deve fazer um look bonito e completo, mas muitas informações acabam tirando o foco do cliente;
    • Faça fotos da peça: é o que chamamos de still.
    • Zoom: tenha uma ou mais fotos dos detalhes da peça, que pode ser a estampa ou alguma acabamento.
    • Vídeo: se possível, faça vídeo com a peça, mostrando todos os detalhes no corpo do modelo.

    Quais as tendências para ecommerces de moda?

    Provador digital

    O provador virtual permite que o cliente “prove” a roupa antes de comprar. Após inserir suas medidas, a ferramenta indica o tamanho ideal para aquele cliente. Para o lojista, é uma forma de diminuir o número de trocas e aumentar o ticket médio. Já para o cliente é uma fricção a menos na hora de comprar roupa online.

    Retirada em loja física (integração de canais)

    Oferecer a opção de retirada na loja facilita a vida do seu cliente e pode aumentar a taxa de conversão da sua loja. A integração entre os canais físicos e digitais já não é mais tendência, mas realidade. É também é uma forma também de reduzir os custos com logística.

    Já existem alguns serviços que permitem a utilização de lockers em metrôs, por exemplo, em que a pessoa retira sua encomenda, como a Clique Retire.

    Se durante a pandemia havia dúvidas sobre a continuidade das lojas físicas, hoje já sabemos que eles têm um papel importante na jornada de compra. E a integração entre os canais físico e digital é crucial para reter o cliente fazê-lo comprar mais.

    Busca por voz

    A busca por voz já é uma realidade há muito tempo (como exemplo temos Alexa e Google Assistant). No e-commerce temos visto um aumento de lojas que oferecem essa opção.

    Busca por imagem

    A busca por imagem permite que o cliente encontre peças semelhantes às que ele já tem ou mesmo outras peças do mesmo estilo. Uma das ferramentas que disponibilizam essa funcionalidade é a Smarthint.

    + Meu e-commerce não vende! E agora? Confira estratégias

    Estratégias para vender mais no e-commerce de moda

    Descontos por tempo limitado (flash sale)

    As flash sales são uma ótima forma de desovar o estoque parado sem precisar dar descontos constantes. Elas duram alguns dias (normalmente até uma semana) e dá descontos um pouco maiores do que o normal para sua loja, porém não é tanto desconto quanto uma liquidação de final de temporada.

    Indico usar essa estratégia no máximo uma vez por mês, para que o cliente não fique acostumado a sempre ter descontos.

    + Inbound marketing para e-commerce: confira 7 estratégias!

    Ofereça sempre vantagens nas compras

    O cliente digital sempre espera obter alguma vantagem em suas compras. É uma forma de incentivá-lo a comprar. Muitos lojistas que estão acostumados com o varejo físico não entendem que o digital é diferente. A compra digital precisa ser incentivada de alguma forma.

    Exemplos de vantagens que você pode oferecer:

    • compre X, pague Y
    • X peças por R$ XXX (exemplo: 3 peças por R$ 119)
    • desconto progressivo por ticket
    • desconto progressivo por quantidade
    • brinde
    • frete grátis
    • descontos em peças específicas

    Fidelize seus clientes

    A fidelização é o caminho para o lucro. Adquirir um novo cliente custa até 7x mais do que manter aqueles que você já têm. Oferecer desconto de primeira compra é essencial para um novo cliente, mas dificilmente você terá lucro se sempre precisar adquirir novos clientes.

    Como fidelizar seu cliente? O pós-compra é tão importante quanto o processo de compra em si. Entregas dentro do prazo, processo de troca e devolução fácil e rápido, embalagem bonita e segura, tudo isso facilita a fidelização.

    Além disso, oferecer desconto para uma nova compra, cashback e até mesmo um programa de fidelidade que transforma pontos em benefícios.

    Criar uma régua de comunicação pós-compra também é importante. Utilize canais como email, WhatsApp e SMS, através de plataformas como o RD Station. Peça que seu cliente deixe um depoimento em troca de bônus para a próxima compra, por exemplo.

    Outra estratégia importante é criar anúncios no Facebook e Google focados em oferecer novos produtos para quem já comprou. Por exemplo, mostrar acessórios para quem comprou roupas. Você também pode mostrar produtos mais caros para gerar um up-sell.

    Venda em marketplaces

    Ainda que não seja uma ação direta para vender mais na sua loja, estar presente nos marketplaces ajuda a gerar caixa para a empresa sem precisar de investimento. Você só paga por aquilo que vender.

    Além disso, ao vender em marketplaces sua loja fica mais conhecida e parte desse público pode comprar diretamente de você. Um estudo mostrou que 9 a cada 10 consumidores online preferem comprar de sites que tenham marketplace. Ou seja, se sua loja não está nesses sites, está perdendo um grande quantia de faturamento.

    Marketplaces para vender moda

    Alguns marketplaces são especialistas em vender moda – ou seja, perfeito para lojas desse segmento.

    • Dafiti
    • Zattini
    • Renner
    • C&A
    • Posthaus

    Além disso, outros sites como Amazon, Shopee e Mercado Livre também vendem moda.

    Você pode integrar sua loja em dezenas de marketplaces através do ERP Bling. Com meu link, você ganha 30 dias grátis para testar.

    + Marketplaces de moda: onde vender roupa online?

    Dicas de ferramentas para seu e-commerce

    Para te ajudar a ter ainda mais sucesso, selecionei algumas ferramentas que eu uso e podem fazer toda a diferença para sua loja.

    RD Station: captar e-mails desde o primeiro dia do seu e-commerce é fundamental para manter o relacionamento com quem não comprou de você. O RD oferece integração com diversas plataformas e possui um ótimo custo/benefício.

    Bling ERP: para emissão de notas fiscais, controle de estoque e integração com marketplaces, indico o Bling.

    Google Analytics: é a melhor ferramenta para você monitorar o que seus visitantes fazem no seu site, inclusive o que eles compram.

    Canva: para criar artes sem muito conhecimento em design, o Canva é excelente.

    Compress JPEG: imagens muito pesadas atrapalham muito a performance da sua loja. Com esse site, você pode comprimir as imagens sem comprometer a qualidade delas.

    Poptin: pop-ups são muito úteis se bem utilizados. O Poptin já oferece dezenas de templates e você pode criar o seu facilmente. Exemplos de pop-ups: de saída, oferecendo um desconto para finalizar a compra, de cadastro para colher o e-mail.

    Hotjar: quer saber em quais áreas seu visitante mais clica? Ou então ver vídeos das sessões? Com o Hotjar isso é possível. Ele fornece insights poderosos para melhorar sua estratégia.

    Typeform: é uma ferramenta muito conhecida para realizar pesquisas. Você pode, por exemplo, criar uma pesquisa pós-compra e colher o feedback dos seus clientes.

    Jivochat: ótima ferramenta para atendimento em tempo real. Permite criar gatilhos que acionam o chat (por exemplo, de acordo com o tempo que a pessoa está na página.

    Checklist para e-commerce de moda

    Preparei abaixo um resumo do que você precisa ter para começar seu e-commerce de moda:

    • Escolha a plataforma mais adequada para sua loja;
    • Defina política de frete, troca, devolução e parcelamento;
    • Tire boas fotos dos produtos;
    • Configure as formas de pagamento e envio;
    • Crie as páginas institucionais;
    • Integre com o Google Analytics;
    • Instale o Pixel do Facebook;
    • Integre com o Facebook Comércio (sacolinha do Instagram);
    • Faça pesquisa de palavras-chave que serão usadas no site;
    • Faça o cadastro dos produtos, seguindo as diretrizes de SEO;
    • Integre com o Google Merchant (Shopping);
    • Faça integração com ERP e importação dos produtos (se existir);
    • Faça cadastro nos marketplaces;
    • Crie a árvore de categorias de acordo com as palavras-chave;
    • Crie banners;
    • Divulgue sua loja!

    Perguntas frequentes sobre e-commerce de moda

    O que é e-commerce de moda?

    E-commerce de moda são lojas online que vendem roupas, acessórios, sapatos e joias através da internet.

    Como montar um e-commerce de moda?

    Os passos essenciais para montar um e-commerce de moda são: 1) defina seu nicho e público-alvo; 2) escolha sua plataforma de e-commerce; 3) defina sua política de frete e pagamento; 4) faça o cadastro dos produtos; 5) divulgue sua loja através do Google, Facebook e Instagram.

    O que vender de moda na internet?

    Existem muitos tipos de produtos de moda que você pode vender pela internet, entre eles: moda feminina e masculina, moda fitness, moda plus size, sapatos, joias, entre outros.

    Qual é o maior e-commerce de moda do Brasil?

    O maior e-commerce de moda do Brasil é a Renner, que possui 14,6% do tráfego entre as lojas de moda. Em seguida, vem a Dafiti, com 9,9% do tráfego.
  • Erros no e-commerce: quais você deve evitar ao criar sua loja?

    Erros no e-commerce: quais você deve evitar ao criar sua loja?

    Depois de 15 anos trabalhando diariamente com e-commerce, já vi todos os erros possíveis que um lojista comete ao criar sua loja virtual.

    Muitas vezes esses erros só são percebidos lá na frente e aí já é tarde. Ter em mente o que você deseja para seu e-commerce e conhecer as principais ferramentas disponíveis ajuda a evitar prejuízos e garanta uma loja vendável por muito tempo.

    Principais erros ao criar e gerenciar seu e-commerce

    1. Escolher a plataforma de e-commerce inadequada para seu projeto
    2. Escolher o intermediador de pagamento com altas taxas
    3. Escolher opções de frete caras
    4. Frete grátis com ticket muito alto
    5. Não considerar o custo da logística no seu preço final
    6. Escolher o layout inadequado
    7. Cadastro errado de produtos
    8. Processo de compra longo
    9. Não ter estratégias para recuperação de carrinhos abandonado
    10. Não vender em marketplaces
    11. Não pensar no marketing
    12. Não ter um posicionamento claro
    13. Focar todos os esforços em um único canal de mídia
    14. Não fazer um planejamento de vendas
    15. Não acompanhar as métricas da sua loja
    16. Dicas bônus: garanta uma boa exibição no Google Shopping

    Escolher a plataforma de e-commerce inadequada para seu projeto

    O primeiro erro tem a ver com a plataforma de e-commerce que você escolhe. A plataforma ideal é aquela que atende às necessidades da sua empresa. Contratar a plataforma apenas pelo preço ou porque ela está em evidência no momento não é garantia de sucesso. Ela pode ser boa para determinados lojistas mas não para outros.

    Muitos clientes só descobrem depois que a loja está pronta que aquela plataforma não atende às suas necessidades, e aí todo o projeto vai pelo ralo.

    Por isso, na minha consultoria de implantação de e-commerce o primeiro tópico é justamente a escolha da plataforma.

    Com a escolha correta, você garante que seu projeto será à prova do tempo e evita retrabalhos e gastos desnecessários.

    Sabe aquele ditado: “o barato sai caro”? Isso se aplica aqui. Às vezes pagar um pouco mais caro na plataforma garante também maior faturamento, já que ela terá os recursos necessários para alavancar suas estratégias de venda.

    Escolher o intermediador de pagamento com altas taxas

    Outro ponto relevante é escolher adequadamente a quantidade de parcelas sem juros que você vai oferecer. Escolhendo errado, sua taxa de conversão pode cair drasticamente e você ainda pode ficar no prejuízo.

    Por isso, conhecer as principais opções do mercado e seus pontos positivos e negativos ajuda a não ter prejuízo. Além disso, cada plataforma de e-commerce permite determinados intermediadores e algumas cobram um percentual sobre cada venda.

    Escolher opções de frete caras

    O custo da logística em e-commerce pode chegar a 10% do seu faturamento. Também é essencial oferecer frete grátis em algumas compras (por exemplo, para compras acima de R$ 199). Existem muitas formas de envio além dos Correios. E mesmo com os Correios existem maneiras de diminuir seu custo, sem precisar de um grande volume de vendas. Entrega rápida também é um diferencial importante para que sua loja saia na frente.

    Frete grátis com ticket muito alto

    Como disse acima, o frete grátis é um dos principais atrativos para alguém comprar na sua loja. Porém, um erro muito comum é colocar um ticket muito alto, impedindo que boa parte dos visitantes do seu site façam uma compra. É importante balancear seu lucro com um ticket mais acessível para essas compras.

    Não considerar o custo da logística no seu preço final

    Muitos lojistas não consideram o custo da logística na hora de compor o preço dos produtos. Em geral, a logística custa em torno de 10% do seu faturamento bruto.

    Logística não é só o custo do frete grátis que você dá para seu cliente, mas também o custo de trocas e devoluções.

    A lei garante ao cliente a desistência da compra em até 7 dias após o recebimento da mercadoria.

    A troca grátis não está contemplada nessa lei, porém, é importante oferecer a primeira gratuitamente, para dar maior seguro ao cliente.

    Escolher o layout inadequado

    Uma loja bonita é fundamental para atrair a atenção do seu cliente e passar confiança.

    Pense no e-commerce como uma loja física: você gostaria de entrar numa loja desorganizada e suja? Além de um layout agradável, ele precisa ser organizado de forma a mostrar as informações importantes primeiro. Por exemplo, informação sobre frete grátis deve estar visível antes da rolagem da página inicial.

    Além disso, criar banners bonitos e funcionais também garante o sucesso da sua loja. Eles precisam transmitir a informação de forma clara e objetiva, em poucos segundos.

    + E-commerce de moda do zero: o guia completo

    Cadastro errado de produtos

    Existe um jeito certo de cadastrar produtos e categorizá-los. Eu diria que 90% dos ecommerces iniciantes fazem errado – e muitas lojas grandes também têm problemas de cadastro.

    É fundamental colocar o máximo de informações sobre seu produto, especialmente se sua marca é desconhecida.

    + Google Merchant Center: o guia completo

    A categorização correta também é importante. O cliente precisa encontrar o produto que deseja com poucos cliques. Muitas categorias podem atrapalhar, assim como nomenclaturas confusas. Dica: olhe como outros sites grandes são estruturadas e, na dúvida, copie.

    + Como montar um e-commerce: passo a passo completo

    Processo de compra longo

    As pessoas não gostam de preencher formulários muito longos. Por isso, solicitar o mínimo de informações possíveis na hora da finalização é a melhor estratégia.

    Algumas plataformas, como a Nuvemshop, permitem que a pessoa se cadastre sem senha, que é outro ponto de atenção no checkout da sua loja.

    Possibilitar o login social, com Google e/ou Facebook também ajuda muito, já que a maioria dos campos já vêm preenchidos e não é necessário cadastrar senha.

    Se sua plataforma de e-commerce não tem algum desses recursos, considere trocá-la.

    Não ter estratégias para recuperação de carrinhos abandonado

    Mais de 90% dos consumidores entram no site e não efetuam uma compra. Como recuperá-los? Através de estratégias para carrinho abandonado.

    A maioria das plataformas de e-commerce já oferecem esse recurso de maneira nativa, porém, de forma nativa. Para que ele funcione, é necessário que o cliente deixe seu email.

    Além disso, normalmente elas só enviam um único email, sendo que alguns estudos apontam que o ideal é enviar de 2 a 3 emails em um espaço de alguns dias.

    Outras formas de recuperação de carrinho incluem: WhatsApp, SMS (sim, ele funciona!) e push.

    Não vender em marketplaces

    Os marketplaces podem ser excelentes canais de vendas para aquele lojista que está começando seu ecommerce. Enquanto você constrói estratégias para vender em sua loja própria, você fatura nos marketplaces.

    Um lado negativo dos marketplaces são as taxas cobradas, que podem chegar a 30% do valor do pedido. Porém, é possível ter lucratividade mesmo assim. O segredo é apostar em produtos com boa margem e ter o estoque integrado entre sua loja física, site e outros canais.

    Para quem está começando uma marca, vender em marketplace ajuda a conquistar o cliente, já que esse canal passa mais segurança e credibilidade.

    Não pensar no marketing

    Agora sua loja está no ar! Mas como os clientes te encontrarão? Na maior parte dos casos, é fundamental investir em tráfego pago. Mesmo que você tenha um perfil com muitos seguidores no Instagram ou TikTok, normalmente não é suficiente para garantir um bom faturamento.

    Por onde começar a investir? As duas principais ferramentas que temos hoje é o Google Ads e Facebook/Instagram. Decidir entre elas depende muito do seu tipo de produto e tipo de público.

    De modo geral, o Facebook é mais adequado se seu produto é mais nichado e você quer atingir pessoas com demografia e comportamento bem definidos.

    Já o Google pode ser uma boa escolha se você vende produtos que outras lojas também vendem, como uma multimarcas.

    + Consultoria para e-commerce: saia do zero com sua loja

    Não ter um posicionamento claro

    O que diferencia sua loja das milhares disponíveis por aí? Ter um posicionamento de marca bem definido é importante para que o cliente entenda porque deve comprar de você e não de outra marca.

    Especialmente se você tem uma marca própria, transmitir uma identidade exclusiva ajuda e muito na hora de conversão.

    O posicionamento não é algo que a gente consiga mensurar de forma prática, mas certamente ter uma marca forte influencia e muito.

    Focar todos os esforços em um único canal de mídia

    Sabe aquela história de não colocar todos os ovos numa única cesta? Pois é, se seu e-commerce depende de uma única mídia isso representa um grande risco.

    Já vi muitos casos de empresas que tiveram suas contas bloqueadas no Facebook ou Google e do dia para noite perderam boa parte de seu faturamento.

    Além de apostar no tráfego pago, tenha uma boa presença nas redes sociais, como Instagram e TikTok, otimize seu site para SEO e faça email marketing.

    Não fazer um planejamento de vendas

    A maioria das lojas que chegam até mim simplesmente não tem um planejamento de vendas documentado. Na maioria das vezes, só existe um número na cabeça do gestor.

    Utilizar uma planilha para planejamento te permite visualizar melhor as metas e destrinchá-la por dia ou por semana.

    Se sua loja não bateu a meta por alguns dias seguidos, é hora de intervir e repensar as estratégias. Ou sua meta está muito ousada ou suas estratégias estão inadequadas.

    Além disso, é importante quebrar a meta para diferentes canais, como por exemplo mídia paga (como Google e Facebook) e email marketing.

    Dessa forma, você consegue saber qual canal está defasado e criar estratégias específicas.

    Não acompanhar as métricas da sua loja

    O faturamento é só uma das métricas que você deve acompanhar. Outras métricas são importantes para entender como está a saúde da sua loja e também entender o que pode/deve ser melhorado.

    Alguns exemplos de métricas que você deve acompanhar continuamente:

    • ROI (retorno sobre investimento)
    • CAC (custo de aquisição de cliente)
    • ROAS (retorno sobre o investimento em anúncios)
    • Ticket médio
    • Taxa de conversão de pedido
    • Taxa de conversão de pedido/venda

    Confira todas as principais métricas para seu e-commerce e como medi-las no meu post dedicado.

    Dicas bônus: garanta uma boa exibição no Google Shopping

    Ainda falando em marketing, o Google Shopping é uma ferramenta poderosa que pode trazer centenas ou até milhares de clientes para você, de forma gratuita.

    Aqui, entra o tópico em que eu falei do cadastro de produtos. Cadastrar de acordo com os princípios do Google ajuda a maximizar a exibição da sua loja.

    Fiz um tutorial completo sobre a ferramenta Google Merchant Center, que é onde deve ser gerenciado todos os produtos que serão exibidos no Google Shopping. Dá uma olhada lá!

  • Inbound Marketing para e-commerce: o que é + 7 estratégias

    Inbound Marketing para e-commerce: o que é + 7 estratégias

    Você criou um e-commerce com todo o cuidado, cadastrou dezenas e até centenas de produtos, criou uma campanha no Google e mesmo assim não obteve os resultados desejados? Talvez esteja na hora de evoluir suas estratégias e aplicar o Inbound Marketing na sua loja virtual – também conhecido como Inbound Commerce.

    Vou explicar nesse texto o que é o Inbound Commerce e como aplicá-lo em sua loja virtual.

    O que é Inbound Marketing para e-commerce?

    O Inbound Marketing é um conjunto de estratégias que utilizam as ferramentas do Marketing Digital para acompanhar o cliente em toda a sua jornada de compra, fazendo com que o cliente venha até você e não o contrário.

    No e-commerce podemos dividir essas quatro etapas da seguinte forma:

    Visitante – aprendizado e descoberta: são pessoas que visitaram seu site mas não deixaram nenhum e-mail ou não colocaram produtos no carrinho.

    Lead ou contato – reconhecimento do problema: pessoas que deixaram um e-mail (por exemplo, em um cadastro de newsletter ou que baixaram algum conteúdo). Também podemos considerar pessoas que visitaram páginas de produtos.

    Oportunidade – consideração da solução: quem colocou os produtos no carrinho e iniciou ou não o processo de finalização da compra.

    Venda – Decisão de compra: pessoas que efetivamente finalizaram uma compra. Aqui, também podemos considerar pessoas que finalizaram a compra e não pagaram e aquelas que efetivamente fizeram o pagamento (ou seja, se tornaram uma venda).

    Funil de Inbound Marketing para e-commerce

    Em todas essas etapas podemos utilizar estratégias de remarketing para engajar novamente essas pessoas, seja através do email marketing ou em anúncios para Google, Facebook e Instagram.

    Segundo estudo da Experian Hitwise, a taxa de conversão no comércio eletrônico no Brasil gira em torno de 1,65%. Já um estudo da Neoatlas encontrou as seguintes taxas por segmento, por desktop e mobile, respectivamente:

    • Alimentos e bebidas: 4,5% e 0,8%.
    • Acessórios automotivos: 1,3% e 0,5%.
    • Bebês e criança: 1,5% e 0,9%.
    • Beleza: 1% e 0,5%.
    • Calçados e acessórios: 1,6% e 0,9%.
    • Eletroeletrônicos: 2,2% e 1,4%.
    • Games: 1,4% e 0,8%.

    Ou seja, na melhor das hipóteses, a cada 100 pessoas que entram na sua loja, 4,5 de fato efetuam uma compra. Os outros 96%, no mínimo, vão embora e talvez nunca voltem.

    + Como aumentar a taxa de conversão no e-commerce? 13 estratégias que funcionam

    O que o Inbound Marketing faz é criar meios e conteúdos para que a pessoa converta de outras formas e, ao final, efetue uma compra.

    Quais os benefícios do inbound marketing para e-commerce?

    Acelera o processo de compra

    Muitas vezes demora para que o cliente tome a decisão de compra, especialmente quando o ticket é mais alto ou é um produto de alto valor agregado.

    Com o Inbound Marketing, você pode encurtar esse processo alimentando seu cliente com conteúdos estratégicos de acordo com seu momento na jornada de compra.

    Aliás, identificar em que momento da jornada de compra seu cliente está ajuda e muito a acelerar a tomada de decisão.

    Diminui seus custos

    Com a jornada de compras acelerada, seus custos diminuem e seu lucro aumenta. Você consegue atingir públicos mais qualificados e eliminar aqueles que não são tão interessantes para sua marca.

    Digamos que seu e-commerce foque em mães. Se alguém que se cadastrou não é mão e não pretende ter filhos, você focar somente naquelas pessoas estão mais próximas de comprar, mantendo um outro tipo de comunicação com quem não se encaixa no seu público nesse momento.

    Torna sua marca mais relevante

    Dez em cada dez empresas querem ter sua marca mais conhecida. Criar conteúdos relevantes para seu público é uma forma de fazer isso. Cada vez mais as pessoas querem marcas relevantes no seu dia a dia, não apenas que queiram vender um produto para elas.

    Fideliza clientes

    Com o Inbound Marketing, você pode identificar e recompensar seus melhores clientes. Com o lead score – que falarei mais a frente – você pode atribuir pontos de acordo com as ações que seu cliente realiza.

    Você pode criar automações específicas de acordo com a pontuação de seu cliente, seja para realizar um up-sell ou cross-sell ou para que ele volte a comprar.

    7 estratégias de Inbound Marketing para aplicar em seu e-commerce

    Agora que você já sabe o que é Inbound Marketing e como ele funciona para e-commerce, vamos aprender algumas estratégias práticas para você aplicar e começar a ter resultados:

    1. Conheça seu cliente e sua jornada de compra

    Esse talvez seja o maior erro de quem trabalha com Marketing Digital: focar demais no fundo do funil. Como vimos anteriormente, ao menos 96% das pessoas saem do seu site sem comprar nada. Essas pessoas ainda não estão certas de que devem comprar. Ou não estão no momento ideal para compra.

    Primeiramente entender as características do seu cliente. É o que chamamos de persona, uma representação com as principais características de cada público do seu negócio. Ao contrário do público-alvo, que é mais abrangente e descreve características demográficas, as personas vão a fundo, inclusive com entrevistas, na forma como se comportam e como pensam seus consumidores.

    Depois de criar suas personas, é hora de criar a jornada de compra de cada uma delas. Algumas vezes essas jornadas se entrelaçam. Em outras, é preciso criar uma jornada diferente para cada público. As jornadas podem ser divididas de acordo com os desafios que seu público enfrenta na hora de comprar seu produto.

    Cada desafio é uma jornada diferente que também podem mergir lá na frente.

    2. Produza conteúdo de relevância

    A produção de conteúdo é de extrema importância para qualquer empresa que deseja ter estratégias robustas de Marketing Digital – e não é diferente com o segmento de ecommerce.

    O principal conteúdo que sua empresa deve ficar atenta é a descrição dos produtos. Uma boa descrição faz o consumidor se interessar ainda mais pelo produtos – lembre-se que não existe um vendedor apresentando o produto.

    Um bom exemplo de descrição é da Polishop:

    Além das fotos, existe um vídeo demonstrando o produto e logo abaixo a descrição em texto, muito bem escrita. Fora isso, as especificações técnicas. Ao final da página, uma seção de perguntas e respostas com as dúvidas dos consumidores.

    Outra estratégia importante de conteúdo é nas páginas de categorias. Muitas vezes os produtos entram e saem de estoque, porém as categorias são permanentes. Portanto, faz todo sentido pensar em produção de conteúdo para essas páginas.

    Quem faz isso muito bem é o Magazine Luiza. Cada categoria possui descrição e conteúdos relacionados àquela categoria:

    Além disso, existem outros conteúdos que podem ser acessados dentro da página Lu Explica, que funciona como um blog. O blog serve como uma revista eletrônica onde você vai tirar dúvidas dos seus clientes e ajudá-los a avançar na jornada de compra.

    Todo esse conteúdo aumenta a relevância da página para buscadores como o Google e aumenta as chances do site ser encontrado. Essa é uma das formas mais baratas do seu e-commerce gerar tráfego.

    3. Crie formas para captar e-mails

    O email tem grande importância no faturamento de um e-commerce, chegando a 30% do total. Porém, conquistar uma base qualificada nem sempre é tarefa fácil. Criar uma grande base qualificada é desafiador mas vale a pena.

    Pop-ups

    Os pop-ups simplesmente funcionam! Se você ainda não tem um na sua loja, comece agora mesmo. Você pode criar pop-ups de saída de acordo com o contexto da página em que o visitante está. Uma das formas de criar esses pop-ups é através do RD Station Marketing, ferramenta que utilizo com diversos clientes meus.

    Você pode definir regras como quantidade de vezes que esse pop-up aparecerá para seu visitante, além de páginas específicas para exibi-los (por exemplo, criar uma comunicação específica para o pop-up de saída do carrinho).

    Outra ferramenta muito boa para criação de pop-ups é o Poptin, que permite edição avançada do layout. E o melhor: é gratuita!

    Além dos pop-ups, colocar formulários de cadastro para receber novidades dentro do site também é bem importante. Melhor ainda se esse formulário estiver em local mais visível, como logo abaixo do menu ou dos banners da home.

    Você também pode criar comunicações específicas de acordo com datas especiais (como Dia das mães, Black Friday, entre outros) e oferecer benefícios especiais para quem deixar seu email.

    Landing pages

    As landing pages são utilizadas para “esconder” um conteúdo rico como ebooks, webinars, checklists, infográficos, entre outros. A moeda de troca para que a pessoa possa baixar é o email (e outras informações que você julgar relevantes).

    Nas landing pages sempre indicamos a menor quantidade possível de campos, respeitando a jornada de compra do usuário. Normalmente não pedimos o telefone da pessoa logo de cara, mas em alguns materiais mais específicos essa informação pode ser relevante.

    Utilizar esses campos de maneira inteligente é o que fará a diferença nos resultados do Inbound Marketing.

    Materiais ricos

    Como disse acima, para ganhar um email você deve oferecer algo em troca, como um ebook, planilha, infográfico ou até mesmo um cupom de desconto. O material oferecido vai depender da jornada de compra do seu lead e em qual momento ele está.

    Por exemplo, para quem ainda não conhece sua loja, você pode oferecer um ebook contando a história da marca e como utilizar seu produto. Ou ainda, oferecer o catálogo de produtos para download.

    Para quem ainda não comprou, você pode oferecer um cupom de desconto mediante o cadastro. Se já for seu cliente, você pode oferecer frete grátis.

    + Meu e-commerce não vende, e agora? Confira estratégias

    4. Faça remarketing

    O remarketing, logo depois do e-mail, é a forma mais eficiente e barata de atrair clientes qualificados para sua loja. Existem diversas estratégias de remarketing e vou explicar as principais:

    a. Remarketing por e-mail: muita gente não sabe que é possível fazer remarketing também por e-mail. Basicamente existem duas formas: após a pessoa logar em seu site ou utilizando ferramentas como Enviou, que se utiliza de big data para identificar o e-mail de pessoas que não o deixaram de outra forma.

    Você também pode – e deve – enviar lembretes de pagamento, produto visitado e não comprado e notificações por SMS e WhatsApp.

    b. Remarketing por Google Ads: talvez a forma mais conhecida e utilizada de remarketing. Você pode criar diversas segmentações, tais como:

    • Carrinho abandonado;
    • Produto visitado mas que não foi adicionado ao carrinho;
    • Visitantes de páginas como categorias e home;
    • Upsell e cross-sell: oferecer produtos complementares ou de um nível acima, com ticket médio maior.

    Essas listas de remarketing podem ser criadas diretamente no Google Ads, utilizando como critério as páginas visitadas.

    c. Remarketing por Facebook/Instagram Ads: semelhante ao Google Ads. Lembre-se sempre de verificar seus resultados e ver quais anúncios estão com boa performance e quais não estão para pausá-los ou mudá-los.

    + Google Shopping: como funciona e como configurar [tutorial completo]

    5. Criar fluxos de nutrição com automação de marketing

    Os fluxos de nutrição automatizam a comunicação com seu cliente, através de email, SMS e WhatsApp, e entregam a mensagem certa na hora certa. Dessa forma, você pode identificar o momento do cliente na jornada de compra e oferecer a vantagem certa.

    Digamos que essa pessoa tenha chegado até o checkout e saído sem efetuar a compra. Na hora você dispara um email e/ou SMS/WhatsApp oferecendo um cupom de desconto ou o frete grátis, por exemplo.

    Outros fluxos que você pode criar:

    • cupom de aniversário
    • não compra há XX dias
    • deixar um depoimento sobre a compra
    • cross-sell ou up-sell

    Abaixo, listei algumas ferramentas de automação.

    6. Configure o lead score

    O lead score nada mais que uma nota que você dá para seu lead que indica a maturidade dele em relação ao seu negócio. Clientes com notas maiores estão mais propensos a comprar de você.

    Você também pode recompensar seus melhores cliente, reengajar aqueles que não compra de você há X dias e ainda criar ações específicas para quem está com a pontuação baixa.

    Algumas ações que você pode pontuar:

    • abertura de emails;
    • cliques nos emails;
    • visita a uma página do site;
    • download de materiais;
    • conversões em geral.

    Existem diversas ferramentas que permitem configurar o lead score – veja abaixo.

    + Precisa de ajuda? Conheça minha consultoria para e-commerce

    7. Faça email marketing

    Além das automações de marketing e nutrição de leads, apostar no email marketing é uma boa estratégia para estar mais próximo de seus clientes.

    Muita gente acha que o email marketing não funciona, principalmente por conta das redes sociais. Mas a verdade é que o email é um dos principais canais de venda para ecommerces. Cerca de 92% das pessoas que usam a internet também usam o email, 61% delas diariamente.

    Dicas para começar uma estratégia de email marketing no seu e-commerce:

    • segmente seus contatos: enviar a mesma mensagem para todo mundo é desperdício – e pode gerar muitos descadastros;
    • você pode segmentar por: gênero; páginas visitadas no site; abriu algum email específico, etc.
    • crie um email de boas-vindas com algum benefício: para melhorar o engajamento, é importante que o primeiro email seja aberto pelo usuário. Por isso, crie algum incentivo para que ele abra – como um cupom;
    • envie com regularidade: enviar email de vez em nunca não vai dar resultado. Tenha um calendário e envie ao menos uma vez por semana;
    • crie conteúdo interessante: enviar apenas ofertas pode cansar sua base. Crie conteúdos relevantes para sua audiência, como por exemplo dicas e tendências de moda.

    Ferramentas de Inbound Marketing para e-commerce

    RD Station: é uma das mais completas com ótimo custo/benefício – os planos partem de R$ 75/mês. É a ferramenta que eu mais indico para meus clientes. Outro ponto positivo é a integração nativa com as principais plataformas de e-commerce do mercado. Também oferece integração com WhatsApp. Pelo meu link você tem 3 meses com desconto.

    Dinamize: outra boa opção para grandes lojas. Pode ser uma boa alternativa ao plano Pro do RD Station. Tem a opção de recuperação de carrinho, entre outras automações específicas para ecommerce.

    Active Campaign: outra plataforma de automação muito completa que também oferece um excelente custo/benefício. O lado negativo é que oferece poucas opções de integração com plataformas de ecommerce.

    E-goi: oferece diferentes ferramentas em uma única plataforma, como envio de SMS, webpush e landing pages. Também tem plano totalmente gratuito.

    Get Response: essa é, provavelmente, a ferramenta mais acessível dessa lista. Oferece diferentes opções de automação por a partir de US$ 59/mês. E ainda tem um plano gratuito bastante completo. O ponto negativo são as poucas integrações.

    Hubspot: a mais indicada para grandes ecommerces e que já têm uma estratégia mais robusta de Inbound Marketing.

    FAQ – Dúvidas frequentes sobre inbound marketing para e-commerce

    O que é Inbound Marketing para e-commerce?

    O Inbound Marketing é uma estratégia para atração e retenção de clientes, que usa principalmente o conteúdo para tal finalidade. Com essas estratégias, é possível diminuir o custo de aquisição de clientes, segmentando melhor suas estratégias.
  • Frete grátis no e-commerce: dicas práticas de como oferecer

    Frete grátis no e-commerce: dicas práticas de como oferecer

    Você provavelmente já fez alguma compra online com frete grátis, seja em uma grande loja ou até mesmo em uma pequena. Esse é um dos principais atrativos na hora de conquistar o comprador.

    Porém, quando se trata do seu próprio e-commerce, você pode pensar: como oferecer esse atrativo sem sair no prejuízo? Existem estratégias para você oferecer esse benefício de forma lucrativa. Vamos ver?

    Por que oferecer frete grátis no e-commerce?

    Oferecer frete grátis no e-commerce estimula o cliente a comprar – e a levar mais na mesma compra.

    A pesquisa E-commerce Trends, da Opinion Box, apontou que 79% dos entrevistados são influenciados por promoções de frete grátis na hora de comprar online. Esse número supera os que disseram que compram por causa de uma promoção (70%).

    Outra pesquisa, dessa vez da Moonsend, aponta que o frete alto é responsável por 60% dos carrinhos abandonados. Muito, não?

    Como vemos, o frete grátis é um dos principais atrativos na hora de comprar online. As pessoas já esperam que esse benefício exista.

    Acho que eu já consegui te convencer de que o frete grátis é importante para elevar sua taxa de conversão. Mas aí vem a dúvida: como oferecer frete grátis sem prejudicar sua margem?

    Como calcular o frete grátis

    Existem algumas questões que precisamos responder antes de definir qual será a política de frete grátis da sua loja.

    Qual o custo médio por envio?

    A primeira pergunta que você precisa responder é: qual custa, na média, para enviar uma encomenda? Esse valor pode variar muito. Então, você pode calcular por região ou mesmo por Estado.

    Qual seu ticket médio?

    Saber seu ticket médio é crucial para calcular o frete. Se o seu ticket médio é de R$ 150, você pode começar oferecendo frete grátis a partir de R$ 179, por exemplo, estimulando o cliente a comprar mais.

    Esse valor também precisa levar em conta os preços dos seus produtos. Se o seu produto mais barato custa R$ 200, não adianta oferecer frete grátis de R$ 300.

    Pesquisa sua concorrência

    Nada melhor do que espiar os concorrentes e ver o que eles estão fazendo. Afinal, seu cliente também vai fazer isso. Nem sempre você vai conseguir igualar ou bater o frete grátis de outras lojas, mas pode te dar um parâmetro de qual é o valor médio que o mercado oferece.

    + E-commerce de moda: dicas práticas para começar ou otimizar suas estratégias

    Estratégias de frete grátis no e-commerce

    Crie um frete fixo

    Essa é uma das estratégias que eu mais gosto. Você define um custo fixo de frete para que o cliente pague em compras acima de um determinado valor – ou mesmo para qualquer compra. E aí você arca somente com o restante.

    Digamos que seu custo médio por envio é de R$ 20. Dessa forma, o cliente paga R$ 10 e você paga R$ 10, por exemplo.

    Frete grátis por região

    Outra estratégia que eu sempre recomendo. Se o seu estoque fica na cidade de São Paulo, certamente o custo de envio para a mesma cidade vai ser menor do que para outras regiões.

    Em geral, recomendo oferecer um frete grátis mais baixo para a cidade onde está seu centro logístico e um valor mais alto para outras regiões. Você pode definir um valor para o Estado todo ou dividir por regiões (Sul, Sudeste etc.).

    Frete grátis para compras acima de um determinado valor

    Esse é o tipo de campanha de frete grátis mais comum no ecommerce. Você define um ticket médio para todo o e-commerce e oferece essa vantagem.

    Sabendo seu ticket médio e o custo médio por envio, você

    Incorporar o custo do frete no preço do produto

    E se você cobrasse um pouco mais caro pelo seu produto mas embutisse o valor do frete nele? Em geral, o custo do frete em um e-commerce corresponde a 10% do faturamento. Dessa forma, você aumentaria o preço do seu produto em 10%.

    É uma estratégia arriscada, porque seu produto pode ficar mais caro do que os concorrentes, especialmente se seu cliente for levar mais de um.

    Por outro lado, se o custo final para o cliente for um pouco maior do que a concorrência, pode valer a pena.

    Faça campanhas de frete grátis

    Em alguns casos, oferecer o frete grátis com ticket mais baixo o tempo todo é inviável – principalmente quando a margem é apertada. Por isso, considere oferecer esse benefício em algumas campanhas sazonais, como Semana do Consumidor ou Black Friday. Ou ainda, você pode fazer campanhas de frete grátis mais agressivas em épocas de baixa demanda.

    Oferece o frete grátis para carrinhos abandonados

    Ainda que seja melhor oferecer o frete grátis quando o cliente entra na sua loja, muitas vezes não é possível fazer isso em larga escala. Então, você pode oferecer apenas para quem abandonou o carrinho – seja através de email de recuperação ou remarketing no Google ou Facebook.

    Mas tenha em mente que essa estratégia por aumentar seu CAC – custo de aquisição de clientes.

    Tenha mais de um método de envio

    Essa dica é crucial para diminuir seus custos com frete. Vejo muitos ecommerces que trabalham apenas com os Correios. Ainda que seja uma excelente forma de envio, principalmente por cobrir todo o país, nem sempre é a mais vantajosa.

    Trabalhar com transportadoras, especialmente nos grandes centros, pode ser mais barato. Sempre indico o uso do Melhor Envio para facilitar a integração com outras formas de envio – e ainda ganhar desconto nos envios.

    Teste sempre!

    Infelizmente não existe uma fórmula mágica que funciona para todos os ecommerces o tempo todo. O mercado muda a todo instante, então é sempre necessário testar o que funciona melhor para sua loja.

    Algumas estratégias podem funcionar sempre, enquanto que outras acabam ficando obsoletas.

    + Como aumentar a taxa de conversão no e-commerce? 10 estratégias que funcionam

    Como estimular o cliente a comprar mais – aumentando seu ticket médio

    Para possibilitar o frete grátis, muitas vezes é necessário fazer seu cliente gastar mais, elevando o ticket médio. Existem algumas estratégias que podem ser criadas.

    Crie um aviso de quanto falta para o frete grátis

    Mostrar para seu cliente quanto falta para ele ganhar o frete grátis é uma estratégia um tanto óbvia, mas, infelizmente, nem sempre utilizada.

    Mostre de forma clara, em lugar de destaque no seu site. Alguns sites exibem esse aviso no cabeçalho. Outros, apenas no carrinho.

    Implemente o “compre junto”

    Essa estratégia visa oferecer para o cliente produtos que são comprados em conjunto. Por exemplo: jeans e camiseta. Ou: sapato e meia. Você pode oferecer um desconto caso o cliente compre todos os produtos de uma vez.

    O compre junto pode ser habilitado na sua plataforma de e-commerce – a maioria já oferece o recurso de forma nativa. Em alguns casos, será necessário associar um produto ao outro. Em outros, isso é feito de forma automática.

    Crie kits de produtos

    Diferente do “compre junto”, os kits são oferecidos como um único produto – inclusive, possuem SKU próprio. Novamente, você pode juntar produtos que são comumente comprados em duplas ou trios.

    Ofereça brindes – “compre e ganhe”

    Oferecer brindes é uma forma de aumentar o ticket médio e aumentar o desejo do cliente na compra. Você pode comprar ou criar produtos específicos para brinde ou dar de brinde algum produto que você vende na loja.

    + Meu e-commerce não vende, e agora? Confira estratégias

    Perguntas frequentes sobre frete grátis no e-commerce

    Vale a pena oferecer grátis no e-commerce?

    Vale muito a pena oferecer frete grátis, já que esse é a principal vantagem esperada pelo consumidor digital. No entanto, é importante fazer cálculos para que sua loja não saia no prejuízo.

    Como oferecer frete grátis?

    Calcule o custo médio para cada envio da sua loja e defina um ticket médio para que o cliente ganhe o frete. Vale a pena trabalhar com faixas de valores diferentes de acordo com a região do cliente.

    Como ter frete barato no e-commerce?

    Para ter frete barato na sua loja, utilize um hub de envios como o Melhor Envio, que possui parceria com diferentes transportadoras e consegue oferecer envios até 50% mais baratos.