O Instagram é a maior rede social do Brasil – são 113 milhões de usuários ativos. Esse número representa 63,6% da população acima de 13 anos – idade mínima para entrar na rede.
A rede social de fotos (e vídeos!) tem se tornado cada vez mais relevante para o varejo, inclusive no ecommerce. Para potencializar esses resultados, o Insta tem a função de sacolinha. Com ela, você pode marcar os produtos disponíveis no seu e-commerce redirecionar os usuários direto para eles. Ainda é possível salvá-los, criando uma lista de desejos.
O Instagram vem testando em outros países a opção de comprar direto pela rede, mas essa função ainda não está disponível no Brasil.
Ativando a sacolinha você já ativa a aba de compras no Facebook e ainda pode cadastrar seus produtos no WhatsApp.
Tudo o que você precisa saber sobre a sacolinha do Instagram abaixo!
O que é a sacolinha do Instagram – Instagram Shoping
A sacolinha do Instagram (ou Instagram Shopping) é a loja da sua empresa no Instagram. Com ela, você poderá marcar seus produtos em seus posts, tanto no feed quanto nos stories, e redirecionar o cliente para seu site ou então para o direct.
O Instagram está testando uma funcionalidade de checkout dentro da própria plataforma, sem a necessidade do cliente sair do Instagram para finalizar sua compra. No Brasil, essa funcionalidade ainda não está disponível.
Checkout no Instagram
Por enquanto, o usuário é redirecionado para sua loja online ou então para um chat no Facebook, Instagram ou WhatsApp.
Por que ativar a sacolinha?
Como disse, o Instagram é a principal rede social no momento e uma das principais geradoras de tráfego para ecommerces, principalmente no segmento de moda e acessórios.
Ao marcar os produtos nas publicações, você facilita que o cliente encontre o produto e já seja redirecionado para sua loja. Além disso, reduz as dúvidas sobre preços – já que basta que a pessoa toque na publicação para ver as informações.
Requisitos para configurar sua sacolinha do Instagram
Antes de começarmos, é importante se atentar para os requisitos exigidos pelo Facebook para criar sua loja.
Ter um perfil comercial no Instagram – veja mais abaixo como fazer isso;
Vincular seu perfil do Instagram à página do Facebook – veja mais abaixo o tutorial;
Ter um site;
Vender produtos físicos.
Como transformar um perfil pessoal em comercial no Instagram
Acesse as configurações do Instagram (pode ser no aplicativo ou no desktop). Rolando a página vai aparecer a informação “Mudar para conta profissional”.
Na próxima tela, escolha “Comercial”.
Avance e depois você vai escolher qual é categoria que se encaixa seu perfil. Sugiro utilizar “Compras e varejo”. Está pronto!
Como vincular o perfil do Instagram a uma página do Facebook
Abra sua página no Facebook e clique em “Configurações”.
Ao abrir a tela, clique em “Contas vinculadas”.
Depois clique em “Instagram” e “Conectar conta”. É só dar as permissões necessárias e está pronto.
Como ser aprovado na sacolinha do Instagram?
Embora a aprovação dependa exclusivamente do Facebook, existem algumas questões que aumentam suas chances. São elas:
ter uma página no Facebook;
ter um perfil pessoal vinculado à página do Facebook, com no mínimo 100 amigos;
ter uma conta comercial no Instagram com pelo menos 200 seguidores e 8 publicações.
Mesmo cumprindo esses requisitos o Facebook pode reprovar o recurso, especialmente se entender que sua empresa não é confiável. Se isso acontecer, espere algumas semanas e tente novamente.
Como saber se a sacolinha do Instagram foi aprovada?
Para saber se o Facebook aprovou o recurso de sacolinha, você deve abrir seu gerenciador de negócios e depois clicar em gerenciador de comércio.
Ao abrir o gerenciador de comércio, você deve escolher o catálogo que deseja verificar:
Depois, você vai escolher Lojas do lado direito e aparecerá uma bolinha verde, se for aprovado, ou vermelha, se reprovado. Se reprovado, você poderá solicitar uma nova análise.
O que fazer se minha loja for reprovada?
Primeiro você pode tentar fazer uma contestação na própria conta. Muitas vezes, o catálogo é reprovado sem um motivo aparente. É importante que seu site esteja totalmente funcional, com preços, descrições, fotos e o carrinho funcionando. Não tente enviar a loja para aprovação sem antes finalizar seu site.
Um dos motivos que podem levar a reprovação é que sua conta no Instagram tem poucos seguidores ou é muito nova. Dessa forma, é necessário esperar algumas semanas para tentar novamente.
Infelizmente o Facebook não tem um canal direto de suporte para a maior parte das contas. No entanto, você pode acessar esse link e tentar falar com um representante.
Caso você não tenha, é necessário ter uma conta no Business Manager (Gerenciador de negócios do Facebook). Você pode usar seu login no próprio Facebook.
Após criar ou fazer login na sua conta, clique nas Configurações de negócio, do lado esquerdo da tela.
Na aba “Contas”, clique em “Páginas” e depois “Adicionar uma página”. Você deve adicionar a página do seu negócio.
Faça o mesmo na aba “Contas de anúncios” (se não tiver uma conta, crie uma) e na aba “Instagram”.
Depois vá até a aba “Fontes de dados” e clique em “Catálogos”. Aqui você vai criar seu catálogo de produtos.
2. Crie um catálogo de produtos
O primeiro passo é ter um catálogo de produtos. Você pode cadastrar seus produtos manualmente ou então usar um arquivo XML, que é atualizado automaticamente (esse arquivo será fornecido pela sua plataforma de e-commerce).
Depois de criado, clique no botão “Abrir no Gerenciador catálogos”, do lado superior direito da página. Abrirá uma nova aba, como no print abaixo:
Clique gerenciar nas fontes de dados e abrirá uma nova tela:
Caso você queira cadastrar produto por produto, escolha a primeira opção. A melhor opção é usar o carregamento em massa, em que você poderá usar uma planilha do Google ou um arquivo XML.
Siga o passo a passo das configurações e seu catálogo estará pronto! Após o carregamento, você poderá ver se existem erros nos seus produtos do lado direito da página onde está “Problemas”.
Mais abaixo eu detalho a configuração nas principais plataformas de e-commerce do mercado brasileiro.
3. Como criar sua loja no Instagram
Agora sim você criará sua loja! Clique em “Lojas” e depois “Ir para lojas”:
Nas telas seguintes, você deverá escolher entre a finalização de compra no seu próprio site ou por mensagem, escolher seu conta comercial (Business) e seu catálogo. Caso você ainda não tenha criado, poderá criar nesse momento.
Agora que sua loja está pronta é hora de dar o toque da sua marca. É possível trocar cores, fontes e o estilo dos botões. Para isso, clique em “Lojas” e depois “Editar”:
Na tela abaixo você é possível editar o estilo da loja:
Ainda é possível mudar o layout da loja, acrescentando produtos em destaque ou coleções específicas.
Com as coleções, é possível criar grupos de produtos (por exemplo, produtos de uma mesma coleção ou então produtos em promoção). Como o Instagram não exibe todos os produtos cadastrados na aba Shopping, as coleções podem te ajudar a exibir aqueles produtos que são mais interessantes para seu negócio no momento.
Para criar um conjunto, vá até o gerenciador de comércio e clique em “Catálogo” e depois “Conjuntos”. Abrirá a seguinte tela:
Você pode escolher entre duas opções:
Usar filtros: com essa opção, seu conjunto é atualizado automaticamente de acordo com as regras que você definir.
Selecionar os itens manualmente: aqui, você vai selecionar manualmente e se quiser incluir ou excluir produtos, deverá fazê-lo manualmente.
Como colocar o preço do produto no Instagram?
Para mostrar o preço do produto no seu post, você deverá marcá-lo. Você pode marcar produtos no feed e nos Stories.
Para marcar nos posts do feed:
Quando for publicar, vai aparecer a opção “Marcar”. Aí é só escolher o produto.
Já nos Stories, existe uma figurinha para Compras, como na foto abaixo. Aí é só escolher o produto.
Configurando a sacolinha na sua plataforma de e-commerce
Algumas plataformas de e-commerce facilitam o processo de integração com o Gerenciador de comércio, exigindo apenas alguns cliques para configurar tudo. Abaixo, detalho nas três principais:
Na Tray, pelo menu lateral, acesse: Marketing > Facebook e Instagram. Vai abrir a seguinte tela:
Clique em começar. Na janela seguinte, você deverá dar as permissões necessárias para a criação do catálogo. Após a conexão, é necessário entrar na sua conta do Facebook e fazer a verificação da mesma.
O primeiro passo é instalar o app Facebook Anúncios Dinâmicos, acessando por: Soluções > Aplicativos.
Ao clicar em instalar, vai aparecer a seguinte tela:
Você vai escolher quais produtos deseja exibir na sua lojinha do Insta. Sugiro colocar todos os produtos da loja, inclusive as variações, marcando a opção “Listar também as variações dos produtos e não apenas o produto principal”.
Salve as alterações e depois clique “Gerar URL”. Depois, você vai para o Gerenciador de comércio do Facebook e colar essa URL ao criar seu catálogo (veja o passo 2).
Sacolinha do Instagram na Shopify
O primeiro passo para adicionar seus produtos da Shopify para seu Instagram é instalar esse app.
Depois, é só clicar em “Iniciar configuração”. Aí você vai conectar sua conta do Facebook com a Shopify e selecionar seu perfil do Instagram que deverá ser conectado.
Por último, você deve escolher seu Pixel. Se você ainda não criou um, acesse tutorial.
Aí você vai enviar para análise e aguardar a aprovação do Facebook.
FAQ – Perguntas frequentes sobre a sacolinha do Instagram
Quanto tempo demora para o Instagram aprovar a sacolinha?
Pode levar até 4 semanas para que o Facebook aprove sua loja. Porém, esse prazo costuma ser de alguns dias. Fique de olho no gerenciador de negócios.
É preciso ter um site para colocar a sacolinha do Instagram?
Sim, você deve ter um e-commerce para poder vincular a sua conta no Gerenciador de comércio.
Quantos produtos posso marcar por postagem?
O Instagram tem um limite de produtos que podem ser marcados em cada post, de acordo com o tipo de post. – Foto ou vídeo único (feed ou stories): até 5 produtos; – Carrossel: até 20 produtos; – Reels: até 30 produtos.
Se antigamente era inimaginável que as pessoas comprassem roupa online, hoje isso já uma realidade para muitas pessoas, principalmente por conta da pandemia. Segundo estudo da Conversion, o e-commerce de moda cresceu 95% em 2020.
Muitas empresas que só vendiam fisicamente, entraram no digital, seja vendendo por redes sociais, WhatsApp ou mesmo no ecommerce. Novas ferramentas, como provadores virtuais, e a possibilidade de comprar no site e devolver ou trocar em uma loja física, facilitam a venda online.
Se você já tem uma loja de roupas e deseja entrar no e-commerce ou mesmo já possui sua loja online e deseja otimizar sua presença, vem comigo que eu vou te mostrar tudo o que você precisa saber, inclusove as últimas tendências e ações que você pode implementar na sua loja.
O que é um e-commerce de moda?
Um e-commerce de moda é aquele que vende roupa, calçados e acessórios de maneira virtual. Em geral, essas lojas fazem envios para todo o Brasil e possibilitam a compra totalmente online, sem a necessidade de um vendedor.
Exemplos de ecommerces de moda: Dafiti, Amaro, Lojas Renner, C&A, Zattini, entre outros.
Panorama do e-commerce de moda no Brasil
Moda está entre as 10 principais categorias em vendas no e-commerce, segundo o relatório Webshoppers. Apesar das dificuldades em comprar roupa online, os consumidores consomem principalmente pela praticidade e por conta das promoções.
Um estudo da Opinion Box, que entrevistou mais de 2 mil consumidores online, aponta que 73% das pessoas compram online pois os preços são mais baixos que nas lojas físicas. Outros 63% dizem que é pela facilidade de comparar preços. E 51% dizem que é por ter acesso a produtos que não encontra em sua região.
A mesma pesquisa identificou o que leva um cliente a escolher uma loja online, com frete grátis liderando, seguido por promoção, prazo de entrega e cupom de desconto. Ou seja, esses são diferenciais importantes que sua loja deve oferecer para fisgar o cliente.
Ainda na mesma pesquisa, 60% das pessoas disseram que compraram moda nos últimos 6 meses, seguido de 47% que compraram calçados.
De acordo com a pesquisa NuvemCommerce 2023, moda e vestuário representam 38% das vendas na plataforma (que atende cerca de 100 mil lojistas). Já o ticket médio ficou em R$ 255, enquanto que joias apresentou um ticket de R$ 226.
A taxa de conversão do segmento, segundo a Nuvemshop, é de 0,8% para ecommerces iniciantes e 1,3% para ecommerces maduros. A taxa geral, levando em consideração todos os segmentos, foi de 0,9% para iniciantes e 1,4% para maduros.
Outra pesquisa, do Grupo Locaweb e Melhor Envio, realizada em 2020, mostrou que 1,8 milhão de itens foram comercializados, representando cerca de 19% do total de envios do Melhor Envio. Esse volume é o dobro do segundo colocado, joias e relógios. Impressionante, não?
Qual é o maior maior e-commerce de moda do Brasil?
Segundo relatório da Conversion, de fevereiro de 2023, os maiores ecommerces de moda do Brasil, considerando o volume de tráfego – incluindo os acessos via aplicativos – são:
Agora que já vimos o panorama do e-commerce de moda, vamos para a parte prática. Como montar sua loja online? Se você está iniciando sua jornada digital ou já vende online, o guia abaixo pode ser útil para você. Ao final, coloquei um checklist com as principais ações que você deve fazer.
Definindo seu público-alvo e nicho de atuação
A concorrência é pesada, não vou mentir. Mas você pode se destacar de outras tantas lojas apostando em um nicho de mercado. Não basta mais você definir seu público-alvo em termos demográficos, como homens de 25-35 anos. É preciso ir além.
O que seu público gosta? O que ele compra? Que tipos de conteúdos ele consome na internet? Quais os seus desejos? Se você já tem clientes, faça uma pesquisa entre eles para descobrir porque eles compram na sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar na sua comunicação.
Existem diferentes nichos que você pode explorar para vender moda na internet:
moda feminina;
moda masculina;
moda infantil;
moda para gestantes;
moda para esportistas;
moda para veganos;
moda gospel;
moda plus size.
Dentro desses nichos você pode segmentar ainda mais. Por exemplo, focar em moda para mulheres executivas ou então em homens esportistas. Existem muitas possibilidades. Só tome o cuidado de não segmentar demais e seu público ficar muito pequeno.
Escolha sua plataforma de e-commerce
A escolha da plataforma é crucial para o sucesso da sua loja online. Isso porque a migração de plataforma não é tão simples e você precisa, basicamente, criar uma nova loja do zero.
Escolha uma plataforma que vá te atender por pelo menos 3 anos. Vale a pena investir um pouco mais e garantir a sustentabilidade do projeto. Inclusive, fiz um comparativo completo entre as principais plataformas de e-commerce no Brasil.
Existem muitas opções no mercado, cada uma com seus pontos fortes e fracos. Dificilmente uma plataforma será boa em todos os quesitos, por isso, é importante avaliar o que é mais importante para o seu negócio.
Elenquei abaixo algumas funcionalidades essenciais que você deve ficar de olho:
Integração com ERPs: veja se o seu já está integrado;
Integração com o meio de pagamento escolhido: em alguns casos a loja já possui contrato com algum intermediador de pagamento e deseja continuar usando-o;
Integração com transportadoras: caso você vá usar uma transportadora específica, verifique se é possível integrá-la com sua plataforma;
Personalização de layout: até que ponto é possível personalizar e quais os custos envolvidos? Muitas plataformas ou agências colocam apenas o custo de um template padrão na implementação, sem considerar modificações que o lojista deseja;
Integrações com outras ferramentas: se existe alguma outra ferramenta que seu negócio usa, verifique se é possível integrá-lo com a plataforma escolhida;
Marketplaces: sua loja também vai vender em marketplaces? Como será feita a integração? Existem outros custos envolvidos?
Promoções: esse é um grande ponto de atenção. Que tipo de promoção sua loja costuma fazer? Alguns exemplos: desconto progressivo, kits de produtos, compre x, pague y, brindes, entre outros. Se sua loja sempre faz promoção de desconto progressivo, é importante que sua plataforma ofereça essa funcionalidade.
Compre o look: algumas plataformas permitem criar kits de produtos para que o cliente tudo de uma vez. Isso aumentar o ticket médio da sua loja.
A burnell tem parceria com a Nuvemshop, que oferece um plano totalmente grátis para quem está iniciando no e-commerce, ou então 25% OFF nos planos pagos no primeiro mês.
Estes são alguns dos pontos a ser observados. Precisa de ajuda? Conheça meu serviço de implantação de e-commerce.
Defina sua política comercial
A política comercial da sua loja é crucial para se diferenciar da concorrência e vender. Já não basta ter bons produtos e uma boa plataforma. É importante oferecer vantagens em cada compra, principalmente se sua loja é nova. Ao mesmo tempo, você precisa ficar de olho na margem pra não queimar dinheiro.
Frete
Oferecer frete atrativo pode ser a diferença entre a conclusão da compra ou o abandono do carrinho. Pesquisas apontam que o frete alto é o maior obstáculo para a compra online. Estratégias de frete grátis são a melhor maneira de incentivar o cliente a comprar de você. Ao calcular seu preço de venda, incorpore o custo de frete.
Você não precisa dar frete grátis em todas as compras. Incentive seu cliente a gastar mais para ganhar esse benefício. Mas atenção: se o valor mínimo de compra for muito alto, são grandes a chances do seu cliente sair sem comprar.
Você também pode oferecer um valor fixo de frete, dividindo com o cliente o custo do frete. Imagine que você pague R$ 20 por cada envio, em média. Cobrando metade disso do seu cliente você minimiza o impacto na sua margem.
Você também pode fazer campanhas de frete grátis em determinados períodos a fim de conquistar novos clientes.
Além do custo de envio, existe também o prazo de entrega. Por isso, é importante ter mais de uma forma de envio. Indico o uso de uma hub de frete, como o Melhor Envio. Você consegue cadastrar e cotar diferentes transportadoras, inclusive os Correios, em poucos cliques.
Troca e devolução
A política de troca e devolução em lojas de roupas são de extrema importância. Por lei, sua loja é obrigada a aceitar a devolução do pedido em até 7 dias corridos após o recebimento do mesmo, seja qual for o motivo. Além disso, sua loja também deve arcar com o custo da logística reversa nesse caso. Se possível, estenda o prazo para a devolução em até 30 dias. Assim, seu consumidor ficará mais tranquilo ao comprar.
Já no caso de troca, sua loja não é obrigada a arcar com os custos e também não existe um prazo legal para isso. Porém, a prática na maioria das lojas é de 30 dias corridos. Além disso, arcar com o custo da 1ª troca é costumeiro.
Todo o custo de logística, seja para entrega, troca ou devolução, deve estar embutido no seu preço. Em geral, esse custo gira em torno de 10% do faturamento.
Formas de pagamento
Você já deve saber que aceitar cartão de crédito, boleto e PIX é fundamental para garantir a satisfação do seu cliente. Porém, no caso do cartão de crédito, existe ainda a questão do parcelamento. Em geral, oferecer entre 3 e 6 parcelas é uma boa prática. Para calcular o valor mínimo de parcela, estude seus concorrentes e também leve em consideração o seu ticket médio. E não se esqueça de calcular o percentual cobrado pelo intermediador de pagamento.
Cadastro de produtos
Agora que você já escolheu sua plataforma, é hora de cadastrar os produtos, tarefa que demanda planejamento e dedicação. Infelizmente, a maioria dos meus clientes erra nessa etapa e precisa refazer muita coisa.
Categorização: uma boa categorização é essencial para que seu cliente encontre o que procura rapidamente. Veja como grandes lojas fazem a organização e copie, adaptando para sua realidade. Evite ter categorias com um ou dois produtos. Da mesma forma, evite ter poucas categorias, dificultando a localização dos produtos.
Filtros de produtos: se sua loja possui muitos produtos, é fundamental oferecer alguns filtros para facilitar a escolha. Lembre-se que na loja online não existe vendedor. Alguns filtros importantes: tamanho, cor, estação, material, tipo da peça (exemplo: calça jeans skinny, boyfriend, flare etc.), marca, preço, entre outros. Tudo isso deve ser levado em consideração na hora do cadastro.
Atributos obrigatórios do Google Shopping: a maioria dos lojistas de moda não sabe disso, mas existem alguns atributos que são obrigatórios para lojas de vestuário no Google Shopping. São eles:
Gênero (gender): é possível usar os seguintes valores: unissex, masculino ou feminino;
Faixa etária (age_group): recém-nascido, 3 a 12 meses, 1 a 5 anos, infantil ou adulto;
Cor (color): são aceitos valores escritos por extenso, como preto ou vermelho;
Tamanho (size): é necessário que o tamanho se encaixe nos padrões do Google. Encontre aqui.
Categoria (google_product_category): não é um atributo obrigatório mas é altamente recomendado, a fim de otimizar seus resultados, principalmente se você for anunciar no Google Ads. Encontre aqui.
Descrição dos produtos: quanto mais descritivo, melhor. Fale sobre a coleção, sobre os diferenciais da peça, sobre o material, com o que ela pode ser combinada… Faça seu cliente querer comprar. Lembre-se, novamente, que você não tem o vendedor para convencê-lo.
Title: a title é o que aparece no resultado de busca do Google (veja o print abaixo). Tem grande relevância no posicionamento. Use sempre a palavra-chave na title.
Description: a description é o texto abaixo do nome da página e que incentiva o usuário a clicar no seu resultado. Não é necessariamente um fator de rankeamento mas contribui para aumentar a taxa de clique.
URL: outro fator primordial para o rankeamento. Novamente, use a palavra-chave.
Imagem: as imagens não são só importantes para incentivar seu cliente a comprar mas também ajudam a posicionar melhor sua página. Use a palavra-chave no nome do arquivo e também no atributo alt.
Resultado da pesquisa pelo termo “tenis masculino”
Como criar boas fotos para e-commerce de moda
A qualidade das fotos é fator crucial em qualquer e-commerce e isso se torna ainda mais importante quando falamos de moda. O cliente precisa se ver naquela peça. Vejo muitas lojas com fotos sem qualidade. Confira algumas dicas:
Use fundo infinito: o fundo branco dá mais destaque à peça e evita “competição” com o produto;
Fotografe em todas as posições: mostre a peça por todos os ângulo;
Padronização: padronize os ângulos e tamanhos das fotos (em geral, aconselho o tamanho de 1000x1000px, mas pode variar de acordo com seu template);
Evite usar muitos acessórios: o destaque da foto deve ser a peça em questão. Claro que você pode e deve fazer um look bonito e completo, mas muitas informações acabam tirando o foco do cliente;
Faça fotos da peça: é o que chamamos de still.
Zoom: tenha uma ou mais fotos dos detalhes da peça, que pode ser a estampa ou alguma acabamento.
Vídeo: se possível, faça vídeo com a peça, mostrando todos os detalhes no corpo do modelo.
Quais as tendências para ecommerces de moda?
Provador digital
O provador virtual permite que o cliente “prove” a roupa antes de comprar. Após inserir suas medidas, a ferramenta indica o tamanho ideal para aquele cliente. Para o lojista, é uma forma de diminuir o número de trocas e aumentar o ticket médio. Já para o cliente é uma fricção a menos na hora de comprar roupa online.
Retirada em loja física (integração de canais)
Oferecer a opção de retirada na loja facilita a vida do seu cliente e pode aumentar a taxa de conversão da sua loja. A integração entre os canais físicos e digitais já não é mais tendência, mas realidade. É também é uma forma também de reduzir os custos com logística.
Já existem alguns serviços que permitem a utilização de lockers em metrôs, por exemplo, em que a pessoa retira sua encomenda, como a Clique Retire.
Se durante a pandemia havia dúvidas sobre a continuidade das lojas físicas, hoje já sabemos que eles têm um papel importante na jornada de compra. E a integração entre os canais físico e digital é crucial para reter o cliente fazê-lo comprar mais.
Busca por voz
A busca por voz já é uma realidade há muito tempo (como exemplo temos Alexa e Google Assistant). No e-commerce temos visto um aumento de lojas que oferecem essa opção.
Busca por imagem
A busca por imagem permite que o cliente encontre peças semelhantes às que ele já tem ou mesmo outras peças do mesmo estilo. Uma das ferramentas que disponibilizam essa funcionalidade é a Smarthint.
Estratégias para vender mais no e-commerce de moda
Descontos por tempo limitado (flash sale)
As flash sales são uma ótima forma de desovar o estoque parado sem precisar dar descontos constantes. Elas duram alguns dias (normalmente até uma semana) e dá descontos um pouco maiores do que o normal para sua loja, porém não é tanto desconto quanto uma liquidação de final de temporada.
Indico usar essa estratégia no máximo uma vez por mês, para que o cliente não fique acostumado a sempre ter descontos.
O cliente digital sempre espera obter alguma vantagem em suas compras. É uma forma de incentivá-lo a comprar. Muitos lojistas que estão acostumados com o varejo físico não entendem que o digital é diferente. A compra digital precisa ser incentivada de alguma forma.
Exemplos de vantagens que você pode oferecer:
compre X, pague Y
X peças por R$ XXX (exemplo: 3 peças por R$ 119)
desconto progressivo por ticket
desconto progressivo por quantidade
brinde
frete grátis
descontos em peças específicas
Fidelize seus clientes
A fidelização é o caminho para o lucro. Adquirir um novo cliente custa até 7x mais do que manter aqueles que você já têm. Oferecer desconto de primeira compra é essencial para um novo cliente, mas dificilmente você terá lucro se sempre precisar adquirir novos clientes.
Como fidelizar seu cliente? O pós-compra é tão importante quanto o processo de compra em si. Entregas dentro do prazo, processo de troca e devolução fácil e rápido, embalagem bonita e segura, tudo isso facilita a fidelização.
Além disso, oferecer desconto para uma nova compra, cashback e até mesmo um programa de fidelidade que transforma pontos em benefícios.
Criar uma régua de comunicação pós-compra também é importante. Utilize canais como email, WhatsApp e SMS, através de plataformas como o RD Station. Peça que seu cliente deixe um depoimento em troca de bônus para a próxima compra, por exemplo.
Outra estratégia importante é criar anúncios no Facebook e Google focados em oferecer novos produtos para quem já comprou. Por exemplo, mostrar acessórios para quem comprou roupas. Você também pode mostrar produtos mais caros para gerar um up-sell.
Venda em marketplaces
Ainda que não seja uma ação direta para vender mais na sua loja, estar presente nos marketplaces ajuda a gerar caixa para a empresa sem precisar de investimento. Você só paga por aquilo que vender.
Além disso, ao vender em marketplaces sua loja fica mais conhecida e parte desse público pode comprar diretamente de você. Um estudo mostrou que 9 a cada 10 consumidores online preferem comprar de sites que tenham marketplace. Ou seja, se sua loja não está nesses sites, está perdendo um grande quantia de faturamento.
Marketplaces para vender moda
Alguns marketplaces são especialistas em vender moda – ou seja, perfeito para lojas desse segmento.
Dafiti
Zattini
Renner
C&A
Posthaus
Além disso, outros sites como Amazon, Shopee e Mercado Livre também vendem moda.
Você pode integrar sua loja em dezenas de marketplaces através do ERP Bling. Com meu link, você ganha 30 dias grátis para testar.
Para te ajudar a ter ainda mais sucesso, selecionei algumas ferramentas que eu uso e podem fazer toda a diferença para sua loja.
RD Station: captar e-mails desde o primeiro dia do seu e-commerce é fundamental para manter o relacionamento com quem não comprou de você. O RD oferece integração com diversas plataformas e possui um ótimo custo/benefício.
Bling ERP: para emissão de notas fiscais, controle de estoque e integração com marketplaces, indico o Bling.
Google Analytics: é a melhor ferramenta para você monitorar o que seus visitantes fazem no seu site, inclusive o que eles compram.
Canva: para criar artes sem muito conhecimento em design, o Canva é excelente.
Compress JPEG: imagens muito pesadas atrapalham muito a performance da sua loja. Com esse site, você pode comprimir as imagens sem comprometer a qualidade delas.
Poptin: pop-ups são muito úteis se bem utilizados. O Poptin já oferece dezenas de templates e você pode criar o seu facilmente. Exemplos de pop-ups: de saída, oferecendo um desconto para finalizar a compra, de cadastro para colher o e-mail.
Hotjar: quer saber em quais áreas seu visitante mais clica? Ou então ver vídeos das sessões? Com o Hotjar isso é possível. Ele fornece insights poderosos para melhorar sua estratégia.
Typeform: é uma ferramenta muito conhecida para realizar pesquisas. Você pode, por exemplo, criar uma pesquisa pós-compra e colher o feedback dos seus clientes.
Jivochat: ótima ferramenta para atendimento em tempo real. Permite criar gatilhos que acionam o chat (por exemplo, de acordo com o tempo que a pessoa está na página.
Checklist para e-commerce de moda
Preparei abaixo um resumo do que você precisa ter para começar seu e-commerce de moda:
Escolha a plataforma mais adequada para sua loja;
Defina política de frete, troca, devolução e parcelamento;
Faça integração com ERP e importação dos produtos (se existir);
Faça cadastro nos marketplaces;
Crie a árvore de categorias de acordo com as palavras-chave;
Crie banners;
Divulgue sua loja!
Perguntas frequentes sobre e-commerce de moda
O que é e-commerce de moda?
E-commerce de moda são lojas online que vendem roupas, acessórios, sapatos e joias através da internet.
Como montar um e-commerce de moda?
Os passos essenciais para montar um e-commerce de moda são: 1) defina seu nicho e público-alvo; 2) escolha sua plataforma de e-commerce; 3) defina sua política de frete e pagamento; 4) faça o cadastro dos produtos; 5) divulgue sua loja através do Google, Facebook e Instagram.
O que vender de moda na internet?
Existem muitos tipos de produtos de moda que você pode vender pela internet, entre eles: moda feminina e masculina, moda fitness, moda plus size, sapatos, joias, entre outros.
Qual é o maior e-commerce de moda do Brasil?
O maior e-commerce de moda do Brasil é a Renner, que possui 14,6% do tráfego entre as lojas de moda. Em seguida, vem a Dafiti, com 9,9% do tráfego.
Depois de 15 anos trabalhando diariamente com e-commerce, já vi todos os erros possíveis que um lojista comete ao criar sua loja virtual.
Muitas vezes esses erros só são percebidos lá na frente e aí já é tarde. Ter em mente o que você deseja para seu e-commerce e conhecer as principais ferramentas disponíveis ajuda a evitar prejuízos e garanta uma loja vendável por muito tempo.
Principais erros ao criar e gerenciar seu e-commerce
Escolher a plataforma de e-commerce inadequada para seu projeto
Escolher o intermediador de pagamento com altas taxas
Escolher opções de frete caras
Frete grátis com ticket muito alto
Não considerar o custo da logística no seu preço final
Escolher o layout inadequado
Cadastro errado de produtos
Processo de compra longo
Não ter estratégias para recuperação de carrinhos abandonado
Não vender em marketplaces
Não pensar no marketing
Não ter um posicionamento claro
Focar todos os esforços em um único canal de mídia
Não fazer um planejamento de vendas
Não acompanhar as métricas da sua loja
Dicas bônus: garanta uma boa exibição no Google Shopping
Escolher a plataforma de e-commerce inadequada para seu projeto
O primeiro erro tem a ver com a plataforma de e-commerce que você escolhe. A plataforma ideal é aquela que atende às necessidades da sua empresa. Contratar a plataforma apenas pelo preço ou porque ela está em evidência no momento não é garantia de sucesso. Ela pode ser boa para determinados lojistas mas não para outros.
Muitos clientes só descobrem depois que a loja está pronta que aquela plataforma não atende às suas necessidades, e aí todo o projeto vai pelo ralo.
Com a escolha correta, você garante que seu projeto será à prova do tempo e evita retrabalhos e gastos desnecessários.
Sabe aquele ditado: “o barato sai caro”? Isso se aplica aqui. Às vezes pagar um pouco mais caro na plataforma garante também maior faturamento, já que ela terá os recursos necessários para alavancar suas estratégias de venda.
Escolher o intermediador de pagamento com altas taxas
Outro ponto relevante é escolher adequadamente a quantidade de parcelas sem juros que você vai oferecer. Escolhendo errado, sua taxa de conversão pode cair drasticamente e você ainda pode ficar no prejuízo.
Por isso, conhecer as principais opções do mercado e seus pontos positivos e negativos ajuda a não ter prejuízo. Além disso, cada plataforma de e-commerce permite determinados intermediadores e algumas cobram um percentual sobre cada venda.
Escolher opções de frete caras
O custo da logística em e-commerce pode chegar a 10% do seu faturamento. Também é essencial oferecer frete grátis em algumas compras (por exemplo, para compras acima de R$ 199). Existem muitas formas de envio além dos Correios. E mesmo com os Correios existem maneiras de diminuir seu custo, sem precisar de um grande volume de vendas. Entrega rápida também é um diferencial importante para que sua loja saia na frente.
Frete grátis com ticket muito alto
Como disse acima, o frete grátis é um dos principais atrativos para alguém comprar na sua loja. Porém, um erro muito comum é colocar um ticket muito alto, impedindo que boa parte dos visitantes do seu site façam uma compra. É importante balancear seu lucro com um ticket mais acessível para essas compras.
Não considerar o custo da logística no seu preço final
Muitos lojistas não consideram o custo da logística na hora de compor o preço dos produtos. Em geral, a logística custa em torno de 10% do seu faturamento bruto.
Logística não é só o custo do frete grátis que você dá para seu cliente, mas também o custo de trocas e devoluções.
A lei garante ao cliente a desistência da compra em até 7 dias após o recebimento da mercadoria.
A troca grátis não está contemplada nessa lei, porém, é importante oferecer a primeira gratuitamente, para dar maior seguro ao cliente.
Escolher o layout inadequado
Uma loja bonita é fundamental para atrair a atenção do seu cliente e passar confiança.
Pense no e-commerce como uma loja física: você gostaria de entrar numa loja desorganizada e suja? Além de um layout agradável, ele precisa ser organizado de forma a mostrar as informações importantes primeiro. Por exemplo, informação sobre frete grátis deve estar visível antes da rolagem da página inicial.
Além disso, criar banners bonitos e funcionais também garante o sucesso da sua loja. Eles precisam transmitir a informação de forma clara e objetiva, em poucos segundos.
Existe um jeito certo de cadastrar produtos e categorizá-los. Eu diria que 90% dos ecommerces iniciantes fazem errado – e muitas lojas grandes também têm problemas de cadastro.
É fundamental colocar o máximo de informações sobre seu produto, especialmente se sua marca é desconhecida.
A categorização correta também é importante. O cliente precisa encontrar o produto que deseja com poucos cliques. Muitas categorias podem atrapalhar, assim como nomenclaturas confusas. Dica: olhe como outros sites grandes são estruturadas e, na dúvida, copie.
As pessoas não gostam de preencher formulários muito longos. Por isso, solicitar o mínimo de informações possíveis na hora da finalização é a melhor estratégia.
Algumas plataformas, como a Nuvemshop, permitem que a pessoa se cadastre sem senha, que é outro ponto de atenção no checkout da sua loja.
Possibilitar o login social, com Google e/ou Facebook também ajuda muito, já que a maioria dos campos já vêm preenchidos e não é necessário cadastrar senha.
Se sua plataforma de e-commerce não tem algum desses recursos, considere trocá-la.
Não ter estratégias para recuperação de carrinhos abandonado
Mais de 90% dos consumidores entram no site e não efetuam uma compra. Como recuperá-los? Através de estratégias para carrinho abandonado.
A maioria das plataformas de e-commerce já oferecem esse recurso de maneira nativa, porém, de forma nativa. Para que ele funcione, é necessário que o cliente deixe seu email.
Além disso, normalmente elas só enviam um único email, sendo que alguns estudos apontam que o ideal é enviar de 2 a 3 emails em um espaço de alguns dias.
Outras formas de recuperação de carrinho incluem: WhatsApp, SMS (sim, ele funciona!) e push.
Não vender em marketplaces
Os marketplaces podem ser excelentes canais de vendas para aquele lojista que está começando seu ecommerce. Enquanto você constrói estratégias para vender em sua loja própria, você fatura nos marketplaces.
Um lado negativo dos marketplaces são as taxas cobradas, que podem chegar a 30% do valor do pedido. Porém, é possível ter lucratividade mesmo assim. O segredo é apostar em produtos com boa margem e ter o estoque integrado entre sua loja física, site e outros canais.
Para quem está começando uma marca, vender em marketplace ajuda a conquistar o cliente, já que esse canal passa mais segurança e credibilidade.
Não pensar no marketing
Agora sua loja está no ar! Mas como os clientes te encontrarão? Na maior parte dos casos, é fundamental investir em tráfego pago. Mesmo que você tenha um perfil com muitos seguidores no Instagram ou TikTok, normalmente não é suficiente para garantir um bom faturamento.
Por onde começar a investir? As duas principais ferramentas que temos hoje é o Google Ads e Facebook/Instagram. Decidir entre elas depende muito do seu tipo de produto e tipo de público.
De modo geral, o Facebook é mais adequado se seu produto é mais nichado e você quer atingir pessoas com demografia e comportamento bem definidos.
Já o Google pode ser uma boa escolha se você vende produtos que outras lojas também vendem, como uma multimarcas.
O que diferencia sua loja das milhares disponíveis por aí? Ter um posicionamento de marca bem definido é importante para que o cliente entenda porque deve comprar de você e não de outra marca.
Especialmente se você tem uma marca própria, transmitir uma identidade exclusiva ajuda e muito na hora de conversão.
O posicionamento não é algo que a gente consiga mensurar de forma prática, mas certamente ter uma marca forte influencia e muito.
Focar todos os esforços em um único canal de mídia
Sabe aquela história de não colocar todos os ovos numa única cesta? Pois é, se seu e-commerce depende de uma única mídia isso representa um grande risco.
Já vi muitos casos de empresas que tiveram suas contas bloqueadas no Facebook ou Google e do dia para noite perderam boa parte de seu faturamento.
Além de apostar no tráfego pago, tenha uma boa presença nas redes sociais, como Instagram e TikTok, otimize seu site para SEO e faça email marketing.
Não fazer um planejamento de vendas
A maioria das lojas que chegam até mim simplesmente não tem um planejamento de vendas documentado. Na maioria das vezes, só existe um número na cabeça do gestor.
Utilizar uma planilha para planejamento te permite visualizar melhor as metas e destrinchá-la por dia ou por semana.
Se sua loja não bateu a meta por alguns dias seguidos, é hora de intervir e repensar as estratégias. Ou sua meta está muito ousada ou suas estratégias estão inadequadas.
Além disso, é importante quebrar a meta para diferentes canais, como por exemplo mídia paga (como Google e Facebook) e email marketing.
Dessa forma, você consegue saber qual canal está defasado e criar estratégias específicas.
Não acompanhar as métricas da sua loja
O faturamento é só uma das métricas que você deve acompanhar. Outras métricas são importantes para entender como está a saúde da sua loja e também entender o que pode/deve ser melhorado.
Alguns exemplos de métricas que você deve acompanhar continuamente:
Dicas bônus: garanta uma boa exibição no Google Shopping
Ainda falando em marketing, o Google Shopping é uma ferramenta poderosa que pode trazer centenas ou até milhares de clientes para você, de forma gratuita.
Aqui, entra o tópico em que eu falei do cadastro de produtos. Cadastrar de acordo com os princípios do Google ajuda a maximizar a exibição da sua loja.
Fiz um tutorial completo sobre a ferramenta Google Merchant Center, que é onde deve ser gerenciado todos os produtos que serão exibidos no Google Shopping. Dá uma olhada lá!
Vender moda online é o sonho de muita gente – e existe um público gigante comprando. Uma pesquisa da Opinion Box identificou que 61% dos consumidores compram mais online do que em lojas físicas.
Vender em marketplace tem diversas vantagens – veja mais abaixo. Entre elas, a segurança que passa para o consumidor, já que existe um grande varejista por trás validando essa compra.
Uma outra pesquisa da All In, em parceria com a Opinion Box, identificou que 47% dos consumidores confiam mais nos marketplaces do que em ferramentas de busca, com o Google.
O que é um marketplace?
Marketplace é um e-commerce que vende produtos de outros vendedores – e esses vendedores possuem o estoque e são responsáveis pelo envio dos produtos.
Quais as vantagens de vender em marketplaces?
Alcança mais clientes
Sua marca chega a milhões de clientes online em sites estabelecidos e reconhecidos.
É uma ótima forma de alavancar suas vendas sem grandes investimentos.
Custo zero para começar
Não existe custo inicial para cadastrar sua marca e seus produtos (apenas o custo de ferramentas integradoras, como veremos mais abaixo).
Basta você ter o estoque dos produtos que deseja vender.
Zero custo fixo
Não existe custo fixo – apenas o custo variável referente a comissão dos marketplaces;
Você não precisa se preocupar com tecnologia ou atendimento
Se você não tem know-how no segmento, ter um e-commerce próprio pode ser um desafio. Com os marketplaces, você conta com a tecnologia de terceiros que já estão há anos no mercado.
Além disso, você não precisa ter uma equipe de SAC, já que todo o atendimento é feito pelo marketplace, inclusive o processo de devolução.
Desvantagens de vender em marketplaces de moda
Comissão alta
Muitas vezes a comissão cobrada pelos marketplaces, para cobrir custos de marketing e intermediação de pagamentos, pode ser alta dependendo da sua margem de venda.
Por isso, é fundamental fazer contas e entender qual é o melhor preço que você deve praticar.
Concorrência alta
Vender em marketplaces signifca concorrer com dezenas de milhares de outras lojas no Brasil todo.
Por isso, ter a estratégia certa de preço e produto é fundamental para o sucesso nesses canais.
Use fotos com boa qualidade e descrição rica em detalhes para chamar a atenção.
Além disso, fique de olho no preço da concorrência e ajuste, se necessário.
Pouco controle
Como a loja não é sua, você não tem controle sobre como e onde seu produto será exibido.
Além disso, você não tem gerência sobre as promoções da loja e campanhas de marketing.
Não há contato direto com o cliente
Esse é outro ponto negativo: o cliente não tem a experiência completa da sua marca, afinal, ele comprou em outro site.
Dessa forma, muitas vezes é difícil de criar um relacionamento com seu cliente e construir marca.
Por isso, é fundamental ter seu próprio ecommerce.
O primeiro passo é ter um CNPJ – alguns marketplaces permitem o cadastro de MEIs. Depois, você deve acessar a página de cada marketplace (links abaixo) e efetuar seu cadastro.
Na maior parte dos casos, será necessário enviar a documentação da empresa e do responsável legal pela mesma.
Alguns marketplaces, como a Dafiti, não permitem vender produtos de terceiros (ou seja, apenas marcas próprias). A Amazon possui limitação de alguns produtos e alguns casos será necessário ter uma liberação da marca para vendê-la na Amazon.
O processo de aprovação costuma variar entre algumas horas e até alguns dias.
Após o cadastro aprovado, você poderá cadastrar seus produtos. Existem basicamente duas formas de fazer isso: através de um integrador ou cadastrando o produto diretamente nas plataformas.
Como integrar com marketplaces?
Para integrar sua marca com os marketplaces existem alguns integradores e plataformas de e-commerce que facilitam esse processo.
A grande vantagem de utilizar um integrador ou plataforma é que você não precisa cadastrar os produtos novamente em cada marketplace – basta fazer um cadastro.
Além disso, toda a gestão das vendas fica concentrada nesse integrador/plataforma.
O Bling é um ERP que funciona como integrador para praticamente todos os marketplaces do mercado. Além disso, você pode gerir suas vendas nesses canais, gerar nota fiscal e muito mais.
Já a Tray é uma plataforma de e-commerce, ideal para quem deseja ter seu próprio ecommerce. A Tray também permite integrar com praticamente todos os marketplaces do mercado e gerir as vendas.
A Tray, inclusive, é uma das poucas plataformas que permitem essa integração sem a necessidade de uma ferramenta de terceiros.
A diferença entre as duas é que no Bling você não poderá disponibilizar seus produtos diretamente para compra para o consumidor final, aí é necessário contratar uma plataforma de ecommerce.
O caso mais comum é utilizar as duas ferramentas em conjunto.
Boas fotos são indispensáveis em qualquer e-commerce, ainda mais no segmento de moda. Tenha fotos de todos os detalhes e, se possível, com fundo branco e com modelo.
Quanto mais informações, melhor
Ter informações completas ajuda e muito que o cliente decida pela compra. Incluir as informações sobre a peça, tecido, coleção, estampa, cores e tamanhos são essenciais.
Precifique corretamente
A precificação correta garante não só sua lucratividade mas também sua concorrência dentro dos marketplaces.
O preço é um dos principais critérios levados em conta para mostrar qual lojista aparece primeiro na página de compra.
Além disso, é preciso levar em consideração a comissão dessas plataformas.
A Zattini é a concorrente direta da Dafiti. Vende de roupas a sapatos e acessórios. A Zattini é gerida pelo Magalu, então o cadastro é o mesmo. A Netshoes também faz parte desse grupo.
Comissão da Zattini
As taxas variam entre 10% e 20%, a depender da categoria.
Um dos maiores ecommerces de moda do mundo, a Shein vem ganhando cada vez mais relevância e recentemente passou a permitir que varejistas brasileiros vendessem através da plataforma.
A comissão é a menor do mercado (ao menos por enquanto). Aparentemente, por enquanto só permite vendedores de São Paulo e região, que é onde fica o galpão da marca.
A Shopee é muito conhecida por vender produtos de tecnologia, especialmente vindos da China. Porém, tem ganhado relevância em outros segmentos, atraindo lojas de moda e cosméticos.
A vantagem da Shopee são as campanhas de frete grátis e das grandes promoções, que acontecem mensalmente – inclusive uma delas é focada em vestuário.
Comissão da Shopee
A Shopee divide a cobrança de comissão em duas:
Para quem oferece frete grátis: 14% + 6% do frete grátis + R$ 3 por venda, com limite de até R$ 100.
Para quem não oferece frete grátis: 14% + R$ 3 por venda, com limite de até R$ 100.
Uma das maiores lojas online de moda do Brasil, vende principalmente sua marca própria. Aos poucos têm aberto para que outros varejistas vendam através de seu site.
O Elo7 é um site focado em produtos artesanais. Possui mais de 23 milhões de visitantes mensais.
Infelizmente não oferece integração com outras ferramentas, então é necessário cadastrar seus produtos manualmente.
Comissão do Elo7
Varia entre 12% e 18%.
Outros marketplaces para vender moda
Os marketplaces abaixo não são focados em moda, mas também possuem essa categoria. Como nenhum deles têm custo fixo, não custa nada incluir em sua estratégia.
Um dos maiores sites de comércio eletrônico do mundo. A Amazon vende de tudo – de livros a eletrodomésticos. A categoria de moda tem crescido em importância dentro da plataforma, inclusive com marcas renomadas sendo vendidas por lá.
Comissão da Amazon
A Amazon cobra 15% de comissão para a categoria de moda.
O app do Magalu tem mais de 37 milhões usuários ativos mensalmente – segundo a empresa. Ao se cadastrar no Magalu, você também poderá vender na Zattini e Netshoes.
Comissão do Magalu
O Magalu cobra 18% de comissão + R$ 5 de taxa fixa por pedido acima de R$ 10.
Formado pela junção de sites – Americanas, Shoptime e Submarino – o grupo Americanas possui uma grande audiência na internet, o que pode ser vantajoso para sua marca.
Comissão da Americanas Marketplace
A Americanas cobra 19% de comissão na categoria moda.
Composta pelos sites Ponto, Casas Bahia e Extra, é mais conhecida por vender eletrônicos. Além disso, a comissão é uma das maiores do mercado.
Comissão da Via
A Via cobra comissão de 21% – promocionalmente, a taxa está em 17% até o final de 2024.
Mercado Livre
Um dos maiores sites de comércio eletrônico do Brasil, o Mercado Livre (ML) vende de tudo, de tecnologia à moda.
Para quem vende moda, existe um destaque no menu da home levando para essa categoria. Ou seja, há um grande foco do site em vender esse tipo de produto.
Para vender no ML é necessário ter um cadastro de pessoa física.
Comissão do Mercado Livre
A comissão é variável de acordo com a categoria escolhida para anunciar. Veja:
Clássico
Premium
Exposição média
Exposição máxima
x
Oferece parcelamento sem juros
Entre 10% e 14%
Entre 15 e 19%
Além disso, há uma taxa fixa de R$ 6 para produtos abaixo de R$ 79. Confira todos os detalhes aqui.
Perguntas frequentes sobre marketplaces de moda
Quais são os melhores marketplaces para vender moda?
Você provavelmente já fez alguma compra online com frete grátis, seja em uma grande loja ou até mesmo em uma pequena. Esse é um dos principais atrativos na hora de conquistar o comprador.
Porém, quando se trata do seu próprio e-commerce, você pode pensar: como oferecer esse atrativo sem sair no prejuízo? Existem estratégias para você oferecer esse benefício de forma lucrativa. Vamos ver?
Por que oferecer frete grátis no e-commerce?
Oferecer frete grátis no e-commerce estimula o cliente a comprar – e a levar mais na mesma compra.
A pesquisa E-commerce Trends, da Opinion Box, apontou que 79% dos entrevistados são influenciados por promoções de frete grátis na hora de comprar online. Esse número supera os que disseram que compram por causa de uma promoção (70%).
Outra pesquisa, dessa vez da Moonsend, aponta que o frete alto é responsável por 60% dos carrinhos abandonados. Muito, não?
Como vemos, o frete grátis é um dos principais atrativos na hora de comprar online. As pessoas já esperam que esse benefício exista.
Acho que eu já consegui te convencer de que o frete grátis é importante para elevar sua taxa de conversão. Mas aí vem a dúvida: como oferecer frete grátis sem prejudicar sua margem?
Como calcular o frete grátis
Existem algumas questões que precisamos responder antes de definir qual será a política de frete grátis da sua loja.
Qual o custo médio por envio?
A primeira pergunta que você precisa responder é: qual custa, na média, para enviar uma encomenda? Esse valor pode variar muito. Então, você pode calcular por região ou mesmo por Estado.
Qual seu ticket médio?
Saber seu ticket médio é crucial para calcular o frete. Se o seu ticket médio é de R$ 150, você pode começar oferecendo frete grátis a partir de R$ 179, por exemplo, estimulando o cliente a comprar mais.
Esse valor também precisa levar em conta os preços dos seus produtos. Se o seu produto mais barato custa R$ 200, não adianta oferecer frete grátis de R$ 300.
Pesquisa sua concorrência
Nada melhor do que espiar os concorrentes e ver o que eles estão fazendo. Afinal, seu cliente também vai fazer isso. Nem sempre você vai conseguir igualar ou bater o frete grátis de outras lojas, mas pode te dar um parâmetro de qual é o valor médio que o mercado oferece.
Essa é uma das estratégias que eu mais gosto. Você define um custo fixo de frete para que o cliente pague em compras acima de um determinado valor – ou mesmo para qualquer compra. E aí você arca somente com o restante.
Digamos que seu custo médio por envio é de R$ 20. Dessa forma, o cliente paga R$ 10 e você paga R$ 10, por exemplo.
Frete grátis por região
Outra estratégia que eu sempre recomendo. Se o seu estoque fica na cidade de São Paulo, certamente o custo de envio para a mesma cidade vai ser menor do que para outras regiões.
Em geral, recomendo oferecer um frete grátis mais baixo para a cidade onde está seu centro logístico e um valor mais alto para outras regiões. Você pode definir um valor para o Estado todo ou dividir por regiões (Sul, Sudeste etc.).
Frete grátis para compras acima de um determinado valor
Esse é o tipo de campanha de frete grátis mais comum no ecommerce. Você define um ticket médio para todo o e-commerce e oferece essa vantagem.
Sabendo seu ticket médio e o custo médio por envio, você
Incorporar o custo do frete no preço do produto
E se você cobrasse um pouco mais caro pelo seu produto mas embutisse o valor do frete nele? Em geral, o custo do frete em um e-commerce corresponde a 10% do faturamento. Dessa forma, você aumentaria o preço do seu produto em 10%.
É uma estratégia arriscada, porque seu produto pode ficar mais caro do que os concorrentes, especialmente se seu cliente for levar mais de um.
Por outro lado, se o custo final para o cliente for um pouco maior do que a concorrência, pode valer a pena.
Faça campanhas de frete grátis
Em alguns casos, oferecer o frete grátis com ticket mais baixo o tempo todo é inviável – principalmente quando a margem é apertada. Por isso, considere oferecer esse benefício em algumas campanhas sazonais, como Semana do Consumidor ou Black Friday. Ou ainda, você pode fazer campanhas de frete grátis mais agressivas em épocas de baixa demanda.
Oferece o frete grátis para carrinhos abandonados
Ainda que seja melhor oferecer o frete grátis quando o cliente entra na sua loja, muitas vezes não é possível fazer isso em larga escala. Então, você pode oferecer apenas para quem abandonou o carrinho – seja através de email de recuperação ou remarketing no Google ou Facebook.
Essa dica é crucial para diminuir seus custos com frete. Vejo muitos ecommerces que trabalham apenas com os Correios. Ainda que seja uma excelente forma de envio, principalmente por cobrir todo o país, nem sempre é a mais vantajosa.
Trabalhar com transportadoras, especialmente nos grandes centros, pode ser mais barato. Sempre indico o uso do Melhor Envio para facilitar a integração com outras formas de envio – e ainda ganhar desconto nos envios.
Teste sempre!
Infelizmente não existe uma fórmula mágica que funciona para todos os ecommerces o tempo todo. O mercado muda a todo instante, então é sempre necessário testar o que funciona melhor para sua loja.
Algumas estratégias podem funcionar sempre, enquanto que outras acabam ficando obsoletas.
Como estimular o cliente a comprar mais – aumentando seu ticket médio
Para possibilitar o frete grátis, muitas vezes é necessário fazer seu cliente gastar mais, elevando o ticket médio. Existem algumas estratégias que podem ser criadas.
Crie um aviso de quanto falta para o frete grátis
Mostrar para seu cliente quanto falta para ele ganhar o frete grátis é uma estratégia um tanto óbvia, mas, infelizmente, nem sempre utilizada.
Mostre de forma clara, em lugar de destaque no seu site. Alguns sites exibem esse aviso no cabeçalho. Outros, apenas no carrinho.
Implemente o “compre junto”
Essa estratégia visa oferecer para o cliente produtos que são comprados em conjunto. Por exemplo: jeans e camiseta. Ou: sapato e meia. Você pode oferecer um desconto caso o cliente compre todos os produtos de uma vez.
O compre junto pode ser habilitado na sua plataforma de e-commerce – a maioria já oferece o recurso de forma nativa. Em alguns casos, será necessário associar um produto ao outro. Em outros, isso é feito de forma automática.
Crie kits de produtos
Diferente do “compre junto”, os kits são oferecidos como um único produto – inclusive, possuem SKU próprio. Novamente, você pode juntar produtos que são comumente comprados em duplas ou trios.
Ofereça brindes – “compre e ganhe”
Oferecer brindes é uma forma de aumentar o ticket médio e aumentar o desejo do cliente na compra. Você pode comprar ou criar produtos específicos para brinde ou dar de brinde algum produto que você vende na loja.
Perguntas frequentes sobre frete grátis no e-commerce
Vale a pena oferecer grátis no e-commerce?
Vale muito a pena oferecer frete grátis, já que esse é a principal vantagem esperada pelo consumidor digital. No entanto, é importante fazer cálculos para que sua loja não saia no prejuízo.
Como oferecer frete grátis?
Calcule o custo médio para cada envio da sua loja e defina um ticket médio para que o cliente ganhe o frete. Vale a pena trabalhar com faixas de valores diferentes de acordo com a região do cliente.
Como ter frete barato no e-commerce?
Para ter frete barato na sua loja, utilize um hub de envios como o Melhor Envio, que possui parceria com diferentes transportadoras e consegue oferecer envios até 50% mais baratos.